Sentada, em uma "imaginária" CADEIRINHA DE ARRUAR (liteira), relatarei,à luz das recordações da família, fatos que compõem meu universo doméstico....universo este, repleto de personagens que participaram e contribuíram para a História do Ceará intelectual, social e político. Percorrerei a minha terra, desvendando as suas origens e o seu progresso...
"Bicicletando"em Pereiro, a 342 km de Fortaleza (janeiro 2013).
Sairei por algum tempo, Da Cadeirinha de Arruar, com a finalidade de me "alimentar" de outros "ares", pelo Ceará afora...Deixo a minha Fortaleza amada, para deambular, por tempo indeterminado, no semi-árido cearense. Aproveito para me "desligar", por hora, da internet, prometendo, aos meus leitores "cativos", que eu hei de retornar - quando, não sei! Poderá ser em 15 dias, 30 ou até mais dias...
Nas matérias que venho publicando - da série Do CEARÁ, cidades de A a V - cheguei à postagem de nº 30, faltando apenas uma para concluir as cidades iniciadas com a letra "B". Assim, quero dizer aos que vêm me acompanhando nessa sequência de "viagens" pelo Ceará que, ao retornar aqui, brevemente, reiniciarei a referida série com a cidade Brejo Santo.Fique ATENTO, portanto, meu caro leitor!
Agradeço a todos que frequentam este "espaço" e deixo, à cada um, o meu mais carinhoso abraço.
**********
P.S. Atenção...na próxima quinta-feira, 31-10-13, estarei de volta, com BREJO SANTO! Espero você! Abraço!
Com indumentárias do século XVIII, quando aí chegou o casal pioneiro, vindo a desenvolver suas raízes, deixando grande legado aos descendentes.
Desta vez, para dizer um pouco de uma cidade cearense, nesta postagem que versa sobre BOA VIAGEM,"tocou-me" um sentimento muito especial, pelo fato de sua história estar envolta por uma bela "áurea de amor", entre um homem e uma mulher. Mais especial ainda, por serem, este homem e esta mulher, nada mais, nada menos, que os pentavós de um diletíssimo amigo meu:Fernando (Araújo Farias).
Sendo este meu amigo Fernando, um pesquisador, um historiador, um genealogista - dentre outros magníficos substantivos - antecedidos pelo adjetivo "admirável", em todos eles - "apelei" aos seus SABERES e ele, gentil e prontamente, enviou-me, por e-mail, um excelente - inédito - estudo seu, :Boa Viagem - Raízes Históricas. Do capítulo 1- O Romance - "pincei" aquilo que considerei mais importante, para a presente postagem e, tentando não "mutilar" o texto original, digitarei abaixo, em transcrição quase integral, os trechos que selecionei, após uma deleitosa, e criteriosa leitura. ( NOTA minha - Lúcia Bezerra de Paiva) : sinta-se, caro leitor, como se estivesse vendo, a seguir, o capítulo 1 do trabalho (inédito) Boa Viagem - Raízes Históricas, de F. Araújo Farias (com alguns "cortes", procedidos por mim, com o único intuito de resumir para apresente postagem).
BOA VIAGEM RAÍZES HISTÓRICAS
F. ARAÚJO FARIAS 1- O Romance Da pena do jovem, perspicaz e itinerante professor primário Manuel Ximenes de de Aragão (neto), nascido em Sobral no dia 07.10.1807, filho de José Francisco de Aragão e Raimunda Francisca Xavier de Matos, provém a original história de Boa Viagem, assente numa bela trilogia: o amor de um jovem casal, salvo sob as bênçãos de Nossa Senhora, e narrada pela prodigiosa memória de uma pobre criança, destarte envolta num manto de pureza e encantamento (...). " A pouca idade, que eu tinha naquele tempo, não permitia que minha memória guardasse fatos ou circunstâncias algumas vistas por mim num lugar para dar hoje dellas alguma relação; só sim me lembra que em Boa Viagem existia huma mulher octogenária chamada Maria do Ó de Carvalho, filha do fundador da Capella de N. Senhora de Boa Viagem que alí se vê". (...) . "(...) Fosse enfim o que fosse, o certo é que desde esse tempo, em que contava apenas 3 anos de idade, mais ou menos, ficarão-me gravados na minha memória as expressões da boa velha, entendendo cá pra mim que elas não são mais que um despertador que nos diz em duas palavras - cuida na tua vida que a morte é infalível". "Já disse que a mulher de quem acabo de tratar, era filha do fundador da Capella de Boa Viagem: cumpre referir agora em poucas palavras, o que me contou acerca desse homem, e a edificação da Capella.. He este o caso: Appareceo neste lugar hum homem desconhecido trazendo em sua companhia uma moça branca e bem parecida" "Algum tempo depois de sua chegada soube-se que elle raptara aquella moça pertencente a huma família principal do Icó; que o pai e os irmãos dela levando muito mal o negócio disposerão-se a persegui-los e procurá-los com o maior empenho, e que finalmente se poserão em seu seguimento" "Antonio Domingues, que assim se chamava o raptor da moça, conhecendo o perigo em que se achava se tivesse a desgraça de cahir nas mãos de seus inimigos, que, além de rancorosos caprichos, recorreo a Mãi de Deos, prometendo-lhe que se visse saído d'aquelle iminente perigo, levantaria ali huma Igreja a sua custa com a invocação de Boa Viagem, e não obstante, tomou a cautella de se occultar-se até ver o que se passava". "Vierão com effeito os inimigos delle em seu encalço, mas forão tão infelizes em sua viagem, que apenas um só poude chegar distante - Cavallo Morto - duas léguas, e ahí morreo de huma dor deixando todos os outros companheiros doeentes pelo caminho". "Então Antonio Domingues vendo-se livre da perseguição, sahio de seu esconderijo, casou com a moça e edificou a capella, mudando o nome do lugar, de Cachorro-Morto para Boa Viagem". "Este homem foi o progenitor de um povo numeroso, que hoje habita pelas freguesias de Quixeramobim, Crateús e Serra dos Cocos (sic)".(Os destaques são meus e foi mantida a grafia original).(Memórias do Professor Manuel Ximenes de Aragão- Revista do Instituto do Ceará-RIC- Fortaleza 1913 ps 47\157. O autor destas notas morreu já muito idoso, pobre e cego na cidade de Fortaleza.) NOTA da autora deste blog.: Do capítulo 2 - A Fuga -As Versões, do estudo (inédito) Boa Viagem - Raízes Históricas, de F. Araújo Farias, "pincei" mais um trecho para que o caro leitor possa entender melhor o enredo do Romance entre Antonio Domingues Sancho e Agostinha da Silva Carvalho, o casal que foi o "nascedouro" da cidade de Boa Viagem ( antes designada Cavalo Morto). Diz o autor: Da narrativa de Manuel Ximenes de Aragão que trata abreviadamente do rapto, várias interpretações surgiram em sucessivos estudos genealógicos e históricos por nós pesquisados; No entanto, de logo deve ficar entendido que a fuga do casal certamente ocorreu em torno de 1731\1732, como adiante esclareceremos. O primeiro - como os demais - tendo por objetivo a genealogia das Sete Irmãs Carcará, trazendo suas origens dos Fernandes Vieira, no Ceará, do notável fidalgo ilhéu madeirense João Fernandes Vieira, herói da guerra contra os holandeses, em cuja linhagem situa Agostinha da Silva Carvalho: " 3- Agostinha da Silva Carvalho, foi raptada pelo pernambucano Antônio Domingues Sancho, casaram-se em Marvão, Piauí, de volta a Icó, e após as pazes com a família, mandaram construir uma capela em "voto" a boa viagem, cujo nome deu origem a cidade de "Boa Viagem", mais tarde foram morar em Quixeramobim..." (sic) Francisco Ferreira Lima [ A Genealogia das Famílias Fernandes Vieira e Ferreira Lima - Edibrás Editora Ltd- RJ., 1972, p.11]. ................... ( NOTA:Peço vênia, ao autor,F. Araújo Farias, pelos "lapsos" que eu porventura haja cometido). ..................
No"coração" do Ceará, uniram-se Antônio e Agostinha. No Sertão Central, está Boa Viagem, a 217 km de Fortaleza.
Quase chegando, em Boa Viagem- Ceará -Nordeste - Brasil
Foto de Boa Viagem, na década de 1950. (Clique,para ampliar).
Observe a Igreja Matriz, ao centro (desconheço a data da foto)
Vista aérea de Boa viagem, em 2006 (foto google)
Rodovia que corta a cidade de Boa Viagem. (amplie, clicando).
Igreja Matriz Nossa Senhora da Boa Viagem.
A Matriz de "perfil", vendo-se à frente o Monumento aos Fundadores.
Monumento aos Fundadores de Boa Viagem... com o Cavalo Morto.
Antônio Domingues Sancho e Agostinha da Silva Carvalho.
Estátua de Nossa Senhora da Boa Viagem., à entrada da cidade...
...a Padroeira, localizada à entrada da cidade de Boa Viagem.
Boa Viagem possui, além desse patrimônio imaterial, que é a sua belíssima história - um grande número de patrimônio material, tais como: CASARÕES, RIOS, CACHOEIRAS, AÇUDES, SÍTIO ARQUEOLÓGICO...ETC...fazendo jus, à sua designação de BOA VIAGEM, para quem lá chega e se encanta...
Casa das Almas (edificação de 1840) - Boa Viagem-Ceará
Ponte sobre o rio Boa Viagem...
Cachoeira das Almas.
Açude Vieirão
Figuras rupestres, no Sítio Arqueológico Lages dos Rogérios...
Fonte: Trabalho (inédito) :Boa Viagem -Raízes Históricas de F. Araújo Farias; Wikipédia, site da Prefeitura de Boa Viagem. Site da Associação dos Filhos de Boa Viagem (AFBV).
Fotos: Panorâmio; Google e de alguns sites citados.
Há uma versão de que a cidade cearense Bela Cruz chamava-se, de primeiro, Alto da Genoveva, nome este que teria provindo de uma mulata então residente no sítio de origem. Por sorte, tomei conhecimento de que a versão verdadeira é outra...Assim, optamos por trazer a versão que exprime a exatidão dos fatos.Eis então, a seguir, em sua íntegra, o que afirma o historiador Vicente Freitas, sobre as origens de BELA CRUZ:
Apesar da tradição oral dar conta de uma velha mulata (Genoveva) como a primeira habitante da localidade, isso não é exato. Como já vimos, diversos latifundiários e criadores de gado, ali adquiriram sesmarias e ali passaram a morar, isso quase um século antes da existência de Genoveva. Afirmamos mesmo que - como observava Antônio Bezerras - essa tradição é falsa, como são todas as que se referem às origens do Ceará. O que sabemos sobre Genoveva que, na verdade não era mulata, nem rezadeira nem velha, consta de matéria publicada no jornal Vale do Acaraú Notícias. A 1º de novembro de 1753, realiza-se na Matriz da Caiçara(Sobral) o casamento religioso de Miguel do Prado Leão, filho de Cosme do Prado e Luíza da Assunção Oliveira, com Ana Maria de Vasconcelos, uma das sete irmãs, filha de Manuel Vaz Carrasco e D. Madalena de Sá. Após o casamento passaram a residir na Fazenda Malassobrado (Bela Cruz). Deste consórcio, houve 9 filhos entre estes Matinho do Prado Leão, que casou-se a 22 de julho de 1793, com Genoveva Maria de Jesus, sua prima, filha de Ancelmo de Araújo Costa e D. Francisca Xavier.Posteriormente este casal passou a morar nas proximidades da Capela Santa Cruz. Eis aí a origem do nome "Alto da Genoveva" que estamos certos nunca deu nome ao povoado mas apenas à parte alta onde Genoveva residia.E, se Genoveva,como consta passou a morar no local após seu casamento, ocorrido após 61 anos depois da construção da Capela de Santa Cruz, impossível ter sido ela a primeira habitante da localidade. Ainda mais que, em 1732, quando os sesmeiros Nicolau da Costa Peixoto e Domingos Aguiar de Oliveira doaram alguns bens para o patrimônio da capela, a localidade já tinha o nome de Sítio Santa Cruz, como podemos observar na escritura de doação. E com esta denominação o povoado travessou anos e séculos, até que através do Decreto Federal nº 311, de 2 de março de 1938 recebeu o nome de Bela Cruz. Diante do que escrevemos e transcrevemos, parece que não poderá haver mais dúvidas de que a primeira denominação da hoje cidade de Bela Cruz foi SANTA CRUZ e não Alto da Genoveva. Se levarmos em conta a tradição, é forçoso dizer, não há o que aproveitar em nome da verdade. Resumindo: a hoje cidade de Bela Cruz, nasceu há mais de três séculos, precisamente em 1683. Naquele ano foi concedida a Manoel de Goes e seus companheiros a primeira sesmaria do Vale do Acaraú. Posteriormente, outras pessoas ali vieram morar.Em 1732, construíram uma igrejinha. O templo foi consagrado à N. S. da Conceição. Em 1938, o Decreto Federal nº 311, deu ao topônimo a denominação de "Bela Cruz". O patrimônio da capela foi constituído de meia légua de terra e 40 vacas, doadas pelos proprietários Nicolau da Costa Peixoto e Domingos Aguiar de Oliveira a 12 de dezembro de 1732. Já o município foi criado por lei de 23 de janeiro de 1957, do então governador do Ceará, Paulo Sarasate Ferreira Lopes, e foi instalado oficialmente, a 25 de março de 1959. Fonte: FREITAS, Vicente. BELA CRUZ - biografia do município. Fortaleza. Edição do autor.p.p. 40-41.
O então Governador Paulo Sarasate, em 1957, assinando a
Lei de Emancipação Política de Bela Cruz (Ceará).
VICENTE FREITAS de Araújo (foto), jornalista e escritor. cearense, nasceu na cidade Bela Cruz, Ribeira do Acaraú. Dedica-se à Literatura e às Artes Plásticas, distinguindo-se como poeta, cronista e historiador. Depois de estudar em escolas de sua cidade natal, mudou-se para Fortaleza, passando então a conviver com um grupo de escritores e poetas, frequentadores da Casa Juvenal Galeno. O autor de Bela Cruz - biografia do município, é licenciadoem História e Geografia pela Universidade Estadual do Vale do Acaraú.(Fonte: site de Poesia).
Bela Cruz está localizada na Mesorregião Noroeste Cearense,
Microrregião de Camocim e Acaraú. Fica limítrofe com Marco, Cruz
Jijoca de Jericoacoara e Acaraú.(Clique nas foto para ampliar).
Bela Cruz está a 19 km de Acaraú e a 65 km de Jericoacoara...
Arco,com a imagem de Nossa Senhora de Fátima, em Bela Cruz ( Construção)
A homenagem à Virgem foi feita, por ter vindo
ao Brasil em 1958, do Santuário de Portugal, a
imagem de Nossa Senhora de Fátima..
Depois de 55 anos, o monumento está bem preservado.
Foto panorâmica de Bela Cruz, tirada do alto da Igreja Matriz.
Praça da Igreja Matriz de Bela Cruz, em foto bem antiga...
Igreja Matriz Nossa Senhora da Conceição - Bela Cruz-Ceará
Cartão-postal , relíquia encontrada(e "salva") no blog História e
Historiadores de Bela Cruz.
Antigo Altar-Mor da Igreja Nossa Senhora da Conceição.
Altar-Mor da Matriz de Bela Cruz..
Uma belíssima visão do interior da Igreja Matriz de Bela Cruz-Ceará
Fonte:Blog História e Historiadores de Bela Cruz; Wikipédia; google,site Poesia; city Brazil.
Fotos: Wikipédia; Panoramio; Blogues citados na fonte.
................................................................................... Até a próxima semana...................abraços!
Alvorada, na Barra da Sucatinga,-Beberibe-Ceará-Nordeste-Brasil.
Por-do-Sol, na Lagoa de Paripueiras em Beberibe-Ceará- Brasil.
BEBERIBE, está localizado entre os rios Choró e Piranji e teve como seus primeiros habitantes os índios Potyguara e outras tribos pertencentes ao tronco tupi, como os Jenipapo-Kanindé. Os primeiros registros sobre Beberibe, como núcleo urbano dão conta de que a povoação surgiu a partir de uma data de sesmaria concedida a Manuel Nogueira Cardoso, Sebastião Dias Freire,João Carvalho Nogueira e ao Capitão Domingos Ferreira Chaves, em 16 de agosto de 1691. No início do século XIX, teve início a ocupação local, quando Baltazar Ferreira do Vale, residente no Riacho Fundo, comprou o sítio Lucas, em Cascavel, e Pedro Queiroz Lima, residente no sítio Mirador em Aquiraz, comprou o sítio Bom Jardim. A proximidade propiciou o relacionamento entre as duas famílias e como o sítio Lucas oferecia melhores condições para o povoamento, foi aí que se originou-se a cidade de Beberibe.
Antes porém de ser conhecida por Lucas, o local recebeu o nome de Uruanda, nome atribuído pelos indígenas que ocupavam a região. Beberibe foi o nome com o qual Brasiliano Ferreira de Araújo registrou as suas terras onde hoje está o município. Foi doada então uma área para a construção da igreja,inaugurada em 1875. Em julho de 1892 foi criado o Município de Beberibe, que então pertencia à Comarca de Cascavel.
Há controvérsias no tocante ao significado do topônimo Beberibe,
que vem do tupi: para Paulino Nogueira, significa "lugar onde a cana cresce". Silveira Bueno, explica "yabebiry" como "rio empolado, onduloso."(Pesquise mais, no google).
Beberibe, fica a 93 quilômetros de Fortaleza, no Litoral Leste. (CLIQUE NAS IMAGENS, PARA AMPLIAR...).
Na avenida, imagem da Sagrada Família- Jesus, Maria e José, Padroeiros de Beberibe, que dá nome à Matriz.
O interessante coqueiro em espiral, que ornamenta a avenida.
Igreja Jesus, Maria e José, Matriz de BEBERIBE- Ceará.
Altar-Mor da Matriz Jesus, Maria e José, de Beberibe-Ceará.
Clique na imagem,para localizar melhor, lagoas rios e praias...
São 54 quilômetros do litoral leste do Ceará, pertencentes ao Município de Beberibe. Além da foz dos rios Choró - entre Cascavel e Beberibe - e Piranji - que divide Beberibe e Fortim -encontram-se a Lagoa de Uruaú e a Lagoa Paripueiras, e praias paradisíacas, como a de Morro Branco, Praia das Fontes, Prainha do Canto Verde e outras mais....Ainda tem: Barra Nova e Barra da Sucatinga....
Barra do Rio Choró- Barra Nova- Morro Branco- Beberibe-Ceará
Barra do Rio Choró, viste de ângulo contrário...
Matas, Rio Choró e Dunas...em Beberibe...Ceará-Nordeste-Brasil
Foz do Rio Piranji, que divide os Municípios de Beberibe e Fortim.
Rio Piranji, em sua foz,...Foto tirada do alto das dunas....
Lagoa de Uruaú, próxima à praia de Morro Branco- Beberibe.
Lagoa de Uruaú, próximo a Morro Branco- Beberibe-Ceará.
Lagoa de Uruaú- Beberibe
Lagoa de Uruaú- Beberibe
Lagoa de Uruaú.
Dunas, onduladas pelo vento...na Lagoa Parapueiras, em Beberibe.
.....dunas e...
...e mais dunas...
...e o belo por-do-sol , na Lagoa de Paripueiras- Beberibe- Ceará...
Praias de Beberibe:(as principais..., mais conhecidas...).
Um ALERTA aos frequentadores. Há que se preservar as falésias!
Morro Branco...
...encrespada pelo vento...
Um verdadeiro Labirinto de Falésias...
de onde se avista um maravilhoso Por-do-Sol...
Garrafas, com areias coloridas.
Artesão, produzindo desenhos, com areias coloridas...
Belíssimo trabalho artesanal, nas garrafinhas, com areia...
NOTA: com a finalidade de proteção e conservação das Falésias da praia do Morro Branco e Praia das Fontes, situadas no Município de Beberibe, no Estado do Ceará, e pela necessidade do ordenamento das atividades turísticas e ambiental e da ocupação do solo na área e em seus limites, que se revestem em grande importância ecológica e acentuada fragilidade natural, no dia 04 de junho de 2004 foi criado, através do Decreto Estadual nº 27.461, o Monumento Natural das Falésias de Beberibe.
Por se tratar de uma Unidade de Conservação(UC) e Proteção Integral é admitida apenas o uso indireto dos seus recursos naturais, não envolvendo consumo, coleta, dano ou destruição desses recursos. Diante disso, os artesãos de Morro Branco e Praia das Fontes, que confeccionavam o artesanato com as areias coloridas, retiradas do local protegido, tiveram que se adaptar à nova realidade e buscar alternativas para o seu trabalho. Hoje, portanto, para a preservação do meio ambiente, é usada a areia branca, retiradas de áreas fora da UC, que é tingida artificialmente, para o artesanato de garrafinhas de areia...
Sacos com areia tingida artificialmente...
Artesão, em Morro Branco, produzindo seu belo artesanato...
Fonte:Wikipédia; blog Beberibe e Suas Faces; blog Coisas de Beberibe; site da Prefeitura Municipal de Beberibe. Fotos: Dos blogues citados; Galeria Alex Uchoa; Panoramio; Wikipédia;