domingo, 23 de outubro de 2011

PAPAI CANTAVA... (VII)

O SONHO DA CRIANCINHA!
Na casa de meus pais, onde passei a minha infância, adolescência e os primeiros anos da juventude, sempre via, nas paredes dos 2 quartos das crianças, gravuras do "anjo-da-guarda" .... Creio que, a maioria dos lares  cristãos, as tinham. Quem nunca rezou à noite, ao seu anjo"protetor" ? ...
"Anjinho-da-guarda
Meu bom protetor
Guardai minha alma
Para Nosso Senhor"
(Esta, era a oração lá de casa...)

Quando pensei na letra da cantiga que publicaria hoje, uma das que meu pai mais cantava, "O Sonho da Criancinha", lembrei-me da figura do anjo-da-guarda: nada mais apropriado...!
Diferente da cantiga da postagem anterior, "A Natureza", que no manuscrito do caderno não constava a sua autoria, nessa letra de hoje consta: é Paulo Barros.
É uma longa e triste poesia...  Descreve a cena entre uma mãe e um filho pequeno. Ele, ao acordar, conta  à sua mãe que sonhara, mas que só contaria, o tal sonho, depois de haver sonhado três vezes, conforme a própria mãe havia aconselhado... Depois do terceiro dia, do mesmo sonho sonhado, ele conta o sonho. Após a narração, sua mãe fica extremamente triste e preocupada: é um sonho de premonição... A "cena" se desenrola, pelos dias e, finalmente, a criança morre. Não aceitando o desenlace, a mãe enlouquece....

Eu gostava de ouvir "O Sonho da Criancinha". Pensava, na minha "ideia" infantil, que se tratava de um "fato real". Apreciava, até o momento anterior à morte da criança. Hoje penso que, lidar com o tema morte, me fortaleceu, para aceitá-la de maneira natural, ao tornar-me adulta. Lembro-me, perfeitamente, de quando morria uma criança, em nosso bairro. Falava-se: -"Morreu um "anjinho" alí, na rua tal, foi a filha da fulana..." Esse tipo de notícia, trazia grande tristeza...mas, com o passar dos anos, a gente, parece, se acostumava...era apenas uma lembrança: na memória, a saudade...

Pois é, essa letra da VII canção que PAPAI CANTAVA, a última dessa série, suscitou em mim essas lembranças da minha infância, na minha rua...no meu quarteirão, no meu bairro, na minha Fortaleza da da segunda metade dos anos 1940, 1950...

Na vida, de todos nós, há momentos alegres e tristes. Para muitos, a alegria está mais presente, para outros, a tristeza é maior. Há quem suporte, e até supere, a tristeza, como há quem não a suporte e enlouqueça...Foi o "destino" dessa mãe da cantiga " O Sonho da Criancinha", que virá publicada adiante...

Essa letra de hoje, a VII da série PAPAI CANTAVA, eu ouvia com muita atenção mas, com profunda tristeza, claro! Não poderia ser de outra forma: era a única canção triste, comparada às outras, cantadas por papai. No entanto, avalio hoje que o "enredo" da cantiga, em sua letra, apresenta um "fato" que poderia, e poderá acontecer. Sou de opinião que o tema "morte" deva ser tratado com naturalidade em família, na escola... Há pessoas que "fogem" desse assunto...
Com isso quero dizer que, para essas pessoas, talvez a letra da cantiga de hoje  não seja agradável....por ser triste, por tratar da morte de uma criancinha, "prevista" no seu sonho, sonhado três vezes...conforme a superstição insinuada...
Quero acrescentar que eu não creio em premonições, nesse "tipo" de sonho...dormindo....eu acredito, isto sim, em sonhos possíveis, "bem acordada"...nos projetos de vida...enquanto há vida a ser vivida...
Quando menina, no entanto, eu "fazia fé", PIAMENTE, em sonhos sonhados dormindo.... 

N O T A S:
1- Pesquisei, em vão, querendo saber quem foi Paulo Barros, nome que aparece como autor de "O Sonho da Criancinha".Quem souber, me informe, ficarei gratíssima;

2- Registro aqui, meus agradecimentos ao amigo Clóvis (Quasímodo), do blog Letras da Torre e à amiga Estela, do blog Guardados e Achados, por seus comentários na postagem anterior, trazendo contributos ao que eu solicitara, nas NOTAS daquela postagem. Tudo que eles trouxeram foi  muito enriquecedor à matéria;

3- Agora, para ilustrar, que tal recordar a infância, com algumas imagens de  crianças, mães  com filho no colo, flor de romã, pé de romã (bonsai), anjos-da guarda...
Imagem :  imagensdecoupage. blogspot.com
Imagem: imagensdecoupage.blogspot.com 
Imagem: imagensdecoupage.blogspot.com
Flor (de romã) : wwwbonsaikai.com.br
Pré-bonsai, idade estimada em 5 anos: wwwbonsaikai.com.br
Imagem  : www.allposters.com.br
Imagem: www.allposters.com.br

 
Imagem: google
Imagem: blog Trapiche dos Outros
(Por  Mário Garcia Paiva)


O SONHO DA CRIANCINHA

Por Paulo Barros

Mamãe eu tenho um segredo
Para lhe contar amanhã
É lindo como são lindos
Os olhos de minha irmã
É belo como a florzinha
Daquele pé de romã

Mamãe eu hoje não digo
Mas eu lhe conto amanhã
Porque a mamãe me disse
Que os sonhos que a gente tem
Para se tornarem verdade
Não se contam a ninguém

Mas eu lhe conto amanhã
Se outra vez eu sonhar
Porque assim são três vezes     (Bis)
Eu posso o sonho contar

Pois dorme meu filho, reza
No peito põe as mãozinhas
Que Deus sorrindo aparece     (Bis)
Nos sonhos das criancinhas

Assim dizia sorrindo
A mãe ao lindo filhinho
Que adormeceu como dorme   (Bis)
Aos pés de Deus um anjinho

Ainda o Sol mal se erguia
Na casa tudo em silêncio
E Henrique já despertando      (Bis)
À mãe acordou assim:

Mamãe mamãe dê-me água
Que sede meu Deus que tenho
Mamãe que doce gostoso        (Bis)
Comí no céu d'onde venho

Foi São Miguel que levou-me
Às nuvens feitas de arcanjos
Lá no céu onde os meninos      (Bis)
Voavam porque eram anjos

Mamãe que rosas bonitas
Que borboletas que luz
Que beija-flores tão lindos      (Bis)
Mamãe eu disse a Jesús:

-Papai do céu eu não quero
Pra Terra feia mais ir
Ele sorriu e me disse               (Bis)
Vai ver se tua mãe quer vir

Oh! vamos vamos mãezinha
Deus lhe mandou convidar
Aqui a mamãe tem choros       (Bis)
Mas lá não há de chorar

Meu filho meu filho - disse
A aflita mãe soluçando
És anjo vocês têm asas           (Bis)
Tua mãe irá caminhando

Teu sonho é sonho de morte
Vai abraçar tua irmã
Meu filho não sigas hoje         (Bis)
Que eu vou contigo amanhã

No outro dia a criança
Dormia morta no chão
Qual vela branca apagada       (Bis)
Ao beijo da viração

E a pobre mãe que nem vira
Seu pobre filho morrer
Tornou-se louca correndo       (Bis)
Só para ouví-lo gemer

Coitada, lembra do sonho
Procura o filho no leito
Não o encontra rasga o seio    (Bis)
Querendo abraçá-lo ao peito

E à noite desce aos outeiros
E vem sentar-se na praia
Procurando a criancinha         (Bis)
Na onda quando desmaia...

Pobre mãe não gemas tanto
Que teu filho hás de ver
Amanhã de manhã cedo          (Bis)
Quando o Sol aparecer...

*******

Estou indo..........mas eu volto........um abraço!!!




















86 comentários:

  1. Oi Lúcia
    Obrigada pela visita. Sempre fazia esse "destralhamento" na faxina de fim de ano, mas ultimamente me dar uma agonia que não consigo esperar rsrs

    Bonita canção,, porém triste! Por mais que saibamos conviver com a morte, com certeza ela ainda nos assusta e amedontra.

    beijos e boa semana

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  2. Quem não lembra dos anjos da guarda? Lindos e teu post sempre emocionante...beijos, ótima semana,chica

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  3. Ah! Meu "Anjinho da Guarda"... rezo pra ele sempre... Recordações você me propiciou da minha infância também! Abraço e obrigada! Célia.

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  4. Querida Lúcia
    Também na casa de meus pais e avós, havia Anjos nas paredes. Também rezei a Ele.
    A canção fez-me chorar. Antes de eu nascer, minha mãe perdera uma filhinha. Às vezes, cantava uma canção parecida com esta e, chorava cantando. Eu chorava de a ver chorar.
    Quantas lembranças!
    Beijo, irmã do Brasil.
    Maria

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  5. Amiga Lúcia, amei teu post, me fez volta à infancia, a oração eu cantava muito, mas essa última eu não conhecia, linda demais, até eu fiquei curiosa para saber mais do autor, vou pesquisar, como são saudáveis essas lembranças, amei as imagens, bjos, um dia excelente prá você, obrigada pelo carinho.

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  6. Lúcia querida

    Uma autêntica viagem ao baú da nossa infância, com a oração, as imagens, tudo...Também acho que o tema da morte deva ser tratado com naturalidade. Infelizmente na civilização ocidental é assunto que receamos, que só entra nas conversas em momentos de emergência, tendo nós, mesmo assim, o cuidado de nos persignarmos para afugentar os maus presságios.

    Adorei esse seu post. Traz-nos sempre informações que nos interessam a todos.

    Beijinhos
    Olinda

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  7. Lindo, Lúcia. Sua sensibilidade é tocante. Você parece ter um grande coração. Isso é bom. Bela formação seus pais a concedeu. Até...

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  8. Elaine, adorei o termo "destralhamento", é isso mesmo, quando se joga "tralha" pra escanteio...
    suas escritas são hilárias, no sério!!!
    Eu bem que preveni, que a canção era triste.
    Obrigada, amiga.
    Beijos!

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  9. Anjos da guarda, são para sempre, na lembrança...
    Obrigada, Chica
    Beijinhos

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  10. Isso, Célia, continue rezando, pra seu Anjinho da Guarda. Obrigada, amiga. Que bom que fiz você recordar a infância.
    Boa semana, meu abraço.

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  11. Maria, irmã lusa
    Quantas semelhanças, em nossas vidas!
    Temos realmente muito em comum. Pensei
    em você, quando estava digitando a letra,
    é que tinha acabado de ler sua carta ao seu pai,
    que também me fez chorar. Comovo-me fácil com você. Você fez uma postagem,contando sobre sua mãe ter perdido uma filhinha, antes de você nascer.

    Tenha uma excelente semana.
    Beijinhos, da mana do Brasil

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  12. Eva querida, obrigada. Fico feliz por ter feito voce recordar a sua infância. Agradeço seu empenho em pesquisar sobre Paulo Barro, autor da letra e, talvez da melodia.Nem sequer sei se é brasileiro ou português.
    Uma linda semana
    Meu abraço!

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  13. Amiga Olinda, grata pelas palavras, sempre tão incentivadoras e carinhosas. Recordar a infância é mesmo de interesse de todos, é das mais gratas fases da vida...nela não há preocupações, mas é nela que aprendemos e vivenciamos grandes lições.
    O assunto morte, no Oriente, é encarado de forma diversa do Ocidente, é verdade...

    Obrigada, querida
    Tenha uma bela semana
    Beijinhos

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  14. A sensibilidade está em você, querido Maxwell!
    Quanto ao coração, nunca foi medido, mas nele
    cabe tudo de sentimento bom que vou absorvendo nas pessoas, vida a fora...Tudo que sou, no caráter e na apreciação ao Bem, ao Belo, devo aos meus pais.

    Obrigada, amigo
    Um abraço, até...

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  15. Lúcia
    Ah, Santo Anjo do Senhor, meu zelozo guardador.... Como é bom essE anjo da guarda, sempre nos protegendo. E quando criança, ainda, a magia era mais intensa, ainda mais quando cantada em versoS e trovas por um pai querido. Lindo texto, lindas imagens, post perfeito. Bjkas com carinho!

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  16. Querida amiga

    Há em tantas
    palavras, imagens e canções,
    alegrias e tristezas.
    Tanto de morte,
    tanto de vida...


    Que sempre existam mãos
    para "carinhar" o teu dia

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  17. Lena, também conheço essa: "Santo Anjo do Senhor/Meu zelozo guardador/Guardai minh'alma/Para Nosso Senhor"...como a gente se sentia mesmo protegida!
    O cantar de meu pai, era meso mágico
    Obrigada, minha linda!
    Beijos carinhosos!

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  18. Todo esse conjunto, está à nossa volta,
    Aluisio,vamos vivendo e morrendo, neste
    círculo perpétuo... assim é, assim seja!

    Obrigada, pelo carinho!

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  19. Oi Lucia,
    Vim me deliciar com mais uma canção... que "Papai Cantava".
    Na minha casa, a gente não tinha, não, mas lembro de ter visto muitos anjos-da-guarda em quadros nas paredes das casas de algumas amigas... Eu achava lindo!
    Acho que os antigos e, principalmente os nordestinos, sabiam lidar melhor com o tema "morte".
    Quanto à canção, nos meus "achados" encontrei-a atribuída ao poeta Alberto de Deus Nunes, piauiense de Picos, nascido em 1913.
    Também a encontrei numa página de textos musicados por Villa Lobos.
    São estes os endereços:
    http://poemasdedeus.blogspot.com/2007/01/alberto-de-deus-nunes.html

    http://www.usinadeletras.com.br/exibelotexto.php?cod=135952&cat=Poesias&vinda=S

    http://www.naxos.com/sungtext.asp?s=8.570008

    VILLA-LOBOS: Piano Music, Vol. 5 (Guia pratico I-IX)

    Não sou o Chaves, mas "Você não contava com a minha astúcia" (rssssssssss).
    Um xêro.

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  20. Ah! Eu de novo!
    Nos dois primeiros endereços (são cópias um do outro), a canção vem com o nome de "Mamãe".

    Na página de Villa lobos, está na posição 26 com o nome "Sonho De Uma Creança"
    http://www.naxos.com/sungtext.asp?s=8.570008

    Outro xêro.

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  21. Lúcia, querida amiga
    Penso que nunca lhe disse que gosto muito de Anjos... Aqui mesmo, por cima da minha telinha, tenho um olhando para mim, sempre :)
    Penso que em todas as casas, no nosso tempo :))) havia imagens de Anjos da Guarda, e, claro, rezavamos sempre "Santo Anjo do Senhor, Meu zeloso Guardador..."
    Esta "canção de papai" é realmente muito triste, mas muito realista. Não me custa a crer que uma mãe enlouqueça ao perder um filho. Nem gosto de pensar nisso!
    Naqueles tempos parece que havia um certo gosto pelas canções mórbidas :))) O meu Pai também cantava uma canção que se chamava "Noiva do sepulcro" - ainda me lembro de algumas estrofes...

    Uma semana feliz. Beijinhos

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  22. Amiga Lúcia.
    Creio que em todas as casas de formação católica existiam essas imagens de anjos. Algumas tiradas de um calendário antigo, outras dos "santinhos" distribuídos pelo padre após a missa na capelinha, outras ainda, do "almanaque Sadol" que era distribuído na bodeguinha que negociava de tudo.

    Juro-te que não sei quem é Paulo Barros. A Estela, como sempre, tão simpática, prestativa e bem informada, dá-nos uma excelente dica.

    Na coletânea de poemas de Alberto de Deus Nunes, seu filho Douglas, dentre várias outras, insere essa poesia.

    Seria interessante atentar para a data da poesia que consta dessa publicação: 21 de Julho de 1966. Você se lembra do ano em que "papai cantava" essa canção? O confronto entre essas datas pode nos esclarecer alguma coisa mais: se posterior a 1966, é possível que seu autor tenha sido mesmo Alberto de Deus Nunes, mas se anterior a 1966, pode ser outro o autor, talvez esse mesmo Paulo Barros que consta em teu caderno, e Alberto de Deus a tenha colhida do cantar popular e dado-lhe escrita.

    Independente do que se apurar, a Cadeirinha de Arruar trouxe-nos ternas lembranças, algumas vividas, outras sabidas e outras sonhadas. Saudosas todas.

    Abraço grande, amiga.

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  23. Estela, amiga!

    É, os anjos da guarda sempre povoaram nosso imaginário, nossos lares...são tão lindinhos!

    Está comprovado que não foi à toa, nomear a dupla Estela/Quasímodo meus digníssimos pesquisadores auxiliares- taí o resultado...
    O amigo SOL tmb já entrou na "Equipe", veio por
    e-mail...Isso é bom demais!!!!

    Já estive em todos os sites, Estela. No VILLA- LOBOS houve uma "adaptação" para cantiga de roda,me parece...não se fala em morte da "Creança". Quanto à letra no "poemadedeus" há pouca diferença dessa que publiquei, como de autoria de Paulo Barros. No entanto, lá consta como de 1966, sendo de Alberto Nunes.
    Acontece que eu já ouvia meu pai canta-la desde, pelo menos 1948...eu era menina. O caderno, é bem mais antigo..."E agora, José?"...

    Obrigada, amiga...estou adorando, essa busca incessante...

    Xero

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  24. Mariazita, desde o primeiro dia reparei no seu lindo Anjinho...deduzi que gostasse.
    Bem que preveni, da tristeza da letra da canção.
    Deve ser mesmo de enlouquecer, perder-se um filho.
    Mas parece que antigamente, apesar dos assuntos mórbidos tratados nos poemas, valia mais que a falta de pureza de hoje.Muitas das poesias que tenho lido,falta sutileza em alguns temas tratados, como o sexo, por exemplo...está muito explícito, sem o romantismo de antigamente...com raras e dignas exceções...
    Nas mais de 160 letras, há algumas no estilo da que seu pai cantava, Mariazita, falando em sepulcro rsrsr

    Beijinhos, amiga

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  25. Clóvis, amigo meu,
    é muito bom receber toda essa
    atenção e empenho, de sua parte e da Estela, tão querida também. O SOL(português)já se inseriu à essa mais nova "Equipe de Pesquisadores Blogueanos"(batizei agora).

    É isso mesmo, amigo, sobre os Anjos que o catolicismo impregnou nossas almas e lares...meu santinho de 1ª comunhão (1951), que guardo, tem um bem lindinho!!!

    Esse Paulo Barros está dando dor de cabeça. Mas eu tenho quase certeza que é mesmo êle o autor de "O Sonho da Criancinha"...Que eu lembre, devia ter uns 5, 6 anos quando ouvia meu pai cantar, por volta de 1947, 48...O caderno, é bem antigo...já o encontrei em casa.
    O filho de Alberto de Deus Nunes,Douglas, ao formar a coletânea dos poemas do incluiu todos os seus escritos, sem saber que aquela não era de autoria do pai (suposição,minha)...

    Não sei a época em que Villa-Lobos, musicou o "Sonho de uma Creança", criando letra adapata à crianças...acredito que bem antes de 1966 rsrsr
    (preciso rever a biografia do grande Maestro).

    Em frente, amigo Clóvis, saiba que estou amando essa gostosa e desafiadora interação...ou seria inter-relação? Dá tudo na mesma: É BOM!!!

    Um fraterno abraço
    da Lúcia

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  26. Amiga Lúcia,boa noite!!!

    Sempre rezei para o Anjo da Guarda e meus filhos e netos continuam a tradição:
    Santo Anjo do Senhor
    Meu zeloso guardador
    Se a ti me confiou
    A piedade Divina
    Sempre me rege e guarda
    Governa e ilumina.
    Amém.
    Muito linda,apesar de triste,a canção que seu pai cantava.
    Obrigada pelo carinhoso comentário.Adorei.
    Bjssssssssss carinhosos,
    Leninha

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  27. São lendas antigas, do tempo que criança tinha medo, interessante. Um abraço, Yayá.

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  28. Oi Lúcia,
    Eu também percebi essas diferenças e principalmente a data de 1966. Acredito que: ou alguém se apoderou da canção, que já era de domínio público, ou a data poderia estar errada, pois os outros poemas estavam todos datados dos anos 1930 e, só este de 1966, ou o filho de "Deus" se confundiu.
    Vou tentar posicionar a época de Villa Lobos (rsss), por um fato real: Dulce, minha sogrinha tem hoje 91 anos, portanto, nascida em 1920. Ela participou de um coral que Villa Lobos organizou, aqui no Rio de Janeiro, no campo do Vasco, reunindo as crianças dos grupos escolares. Dulce devia estar em torno dos dez anos de idade (então, por volta de 1930).
    Vou continuar a procurar o Paulo Barros...
    Um xêro.

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  29. Ah! Villa Lobos morreu no ano de 1959.
    Xêro.

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  30. Querida as imagens dos anjinhos me remeteu a minha infância e nos quadrinhos que adornavam a lateral da minha cama ( alguns iguais).Bateu uma saudade da casa da infância e dos meus pais.Foi pura emoção.O que existe agora são as lembranças boas.
    Obrigada por partilhar tão lindas lembranças conosco.
    Adorei tua visita no meu Blog. Tenhas um dia encantado e felicidades sempre bjs Eloah


    tuas conosco

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  31. Oi, Leninha
    Essa sua oração, eu conhecia mas, preferia rezar a mais curtinha..rsrsrs. São todas singelas, como
    são todos os anjos (do bem!).

    A tristeza da canção, mostra a outra face da vida, faz parte, como se costuma dizer...
    Beijos, amiga!

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  32. Em 1966 eu já estava concluindo a faculdade, Estela...mas continuava ouvindo meu pai cantar.
    Alberto de Deus Nunes, como vimos,faleceu em 1969.
    Sua suposição procede,o filho de "Deus" poderia ter se enganado na data. Nos sites onde tem a biografia de "Deus" pai, diz que ele viveu em Fortaleza e escrevia em jornais. É possível também que tivesse o pseudônimo de Paulo Barros. Quem sabe?...vamos atrás, agora é um desafio cheio de adrenalina...

    Obrigada, amiga!
    Meu xêro!

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  33. Fiquei feliz, Eloah, em ter lhe remetido à sua infância. Essas lembranças boas, nos acompanharão para sempre. Isso também é Felicidade.
    Obrigada, pelas carinhosas palavras.

    Gosto muito do seu blog, querida.
    Beijos

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  34. Olá minha querida amiga Lúcia!

    Por motivos de doença depreciva,tal como sabes, não tenho podido comentar em meus seguidores e nem postar em meus blogues.
    Mas hoje já me encontro bem melhor, então vim te ler e me deparei com este belo post! É sempre bom te ler! Vou deixar minha oração.

    "Anjo da guarda
    Minha companhia
    Guadai a minha alma
    De noite e de dia".


    Beijo grande em tua alma.

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  35. Querida Amiga
    É verdade que em todas as casas, onde houvessem crianças, havia sempre um anjo da guarda e à noite era sempre rezada a oração a ele dedicada!
    Curiosamente, tenho santinhos antigos iguais a algumas imagens que postaste...Tenho albuns cheios deles, desde que era garotita.
    A cantiga é triste mas, antigamente, no rol das canções e histórias que os nossos pais contavam, havia sempre uma mais dramática.
    Preparei o meu filho para aceitar a morte desde cedo, coisa que não aconteceu comigo. Quando perdi a minha mãe (a vovó querida como ele lhe chamava) a primeira vez que fui pôr flores à sua campa, levei-o comigo. Estava receosa. Ele ajoelhou-se junto á campa, fêz uma festa no retrato da avó e inclinando-se, perguntou:
    -Vovó, está tudo bem aí embaixo? Como te sentes?
    Tinha 9 anos e eu tive de esconder um sorriso!
    Desculpa ocupar tanto espaço, nunca tinha contado este episódio aqui...
    Mil beijos
    Graça

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  36. José, querido amigo, "proibo-o" dizer que tem esse tipo de doença. Quem superou tantos obstáculos com você, pode até ter tristezas..se aconteceu, você também vai sai dessa, tenho certeza.
    Distraia-se, procure lazer, além do trabalho.
    Preocupações, doenças, perdas são situações comuns a todos nós.
    Fico feliz, que tenha vindo,obrigada.

    Um abraço, irmão português!

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  37. Olá, Graça, amiga!
    Nossas infâncias, nos países onde o catolicismo imperou, como os colonizados por portugueses, e o próprio Portugal, foram bem semelhantes. O anjo-da guarda está comprovando... Falamos de coisas tristes e alegres, que fazem parte da vida comum...Lindo exemplo, de seu filho: aprendeu a lição. É difícil, aceitar as perdas, mas aos poucos resta a conformação.
    Nada de desculpas, esses episáodios devem ser revelados, em qualquer espaço: são sentimentos guardados....
    Beijinhos,
    da Lúcia

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  38. Seu blog é sumamente interessante !
    Amei,viu!
    Como me emocionei ao ler,sou mesmo uma manteiga...e vc me pegou...depois venho ler mais coisas que me interessa...ok!
    Bjs para aquecer teu dia!

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  39. Na minha aldeia onde nasci, também se dizia que um anjinho tinha ido para o céu aquando da morte de uma criança. Hoje vejo a minha nora dizer ao filhinho de 4 anos, a propósito da morte do cachorrinho de casa, que ele tinha virado uma estrelinha; aponta para o céu e diz-lhe: " vês..o mussa( cão) é aquela estrela linda. Também acho que se deve falar da morte com naturalidade para uma criança, mas é muito difícil, principalmente quando se trata de uma pessoa importante para ela; felizmente não passei por isso; os meus filhos já são adultos e as pessoas mais queridas ainda se encontram entre nós. Até hoje a oração ao Anjinho da guarda se ensina aos mais pequeninos e acho isso muito ternurento. Parabéns por mais esta postagem interessantíssima. Um beijinho, amiga e fica bem
    Emília

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  40. Muito obrigada, Severa. Eu ainda me emociono, quando escrevo, quando canto, quando conto, quando leio...neste calor cearense, a manteiga, eu, vira líquido fino...
    Venha sempre, beijinhso

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  41. Certamente nossos costume, como esse do anjinho, herdamos dos portugueses, que para cá vieram...
    É mesmo difícil, lidar com a morte. Quando morreu minha primeira avó, senti muito, mas logo entendi a sua ausência. A saudade, o relembrar, de certa forma, nos consola. A figura do anjo, inspira bondade e ajuda na educação das crianças.

    Obrigada, Emília pelos elogios e carinho.
    Um beijinho

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  42. Lucinhamiga

    Quando escreves o que «Papai cantava» deixas-me sempre enlevado. Era bom ter um Pai assim. É bom ainda haver pais assim. É bom o amor filial e o que lhe corresponde.

    Estou a investigar umas coisas para o tal romance policial que não sei quando acabará. E ando pelas cantigas de embalar - para meter pelo menos uma delas no entrecho emaranhado. Se descobrir coisa de jeito, digo-te, tá?

    Xeros da Kel, abç goês e qjs frescos(*) para tu

    (*) Brancos. Sem maldade...

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  43. Olá, Ferreiramigo
    Foi muito bom, ter o Pai que tive. Eu sei que
    você também é desse naipe, além do avô que é!!!!
    O seu romance precisa sair logo, e será interessante, ter cantigas de embalar, composta por você, certamente...

    Ao menos na imaginação, como esses queijos frescos e brancos, portugueses, que adoro...

    Xeros pra goesa e tu,
    da Lúcia

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  44. Minha querida amiga,andei ausente pelas bandas do Recife,mas,voltei a tempo de ler essa beleza.Tive uma gravura igualzinha,qdo menina,no meu quarto.E rezava a mesma oração.O q/ me falta é competência p/ criar um blog tão lindo,um verdadeiro tributo aos bons tempos. bjks

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  45. Lúcia, muito obrigado pela visita.
    É muito agradável o seu blog. Especialmente esta série - Papai Cantava - está linda. É muito bom encontrar coisas assim delicadas para ler.
    Um abraço amigo.

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  46. Voltei, ao meu tempo de criança. Lembro da minha avó que falava muito dos Anjos da Guarda, minha mãe, também. Era preciso rezar sempre para eles.
    Saudades...
    Beijos

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  47. Olá, Miriam, seja bem REvinda, ainda mais do
    Rcicife, terre boa também...
    Nossos anjos-da-guarda são todos irmãos, para
    cuidar das criancinhas. Saudade enorme que dá, não é?...Quanto à sua competência, não se discute,ela é mais que obvia nos seus maravilhosos blogs!

    Obrigada amiga baiana!
    Beijos!

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  48. Obrigada, Brandão, gostei muito do seu blog.
    Um abraço, volte sempre!

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  49. Olá Lúcia, estou aqui retribuindo a visita. Adorei passear por aqui e com certeza fiquei buscando as imagens da minha infância, eu tinha 2 anjinhos na cabeceira da cama, mas eram de gesso pintado. Sempre fiz minha oração para o meu anjinho:

    "Santo Anjo do Senhor, protegei-me por favor,
    dos perigos me livrai, minha alma sempre consolai".
    Bom final de semana!Bjs.

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  50. É muito bom, recordar o que nos tornou
    felizes. A reza ao anjo da guarda, confortava,
    trazia paz... e ainda traz!
    Obrigada, Élys, pelo carinho
    Beijos

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  51. Adorei seu blog, Cristina!
    Você é mesmo uma vovó e tanto!!!

    Eu também tive um anjinho de gesso, era dourado,
    em estilo barroco rsrs...um dia quebrou-se, ficou
    irrecuperável...haja choro!
    Obrigada,pela retribuição.
    Bom final de semana
    Beijos

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  52. °º♪♫
    °º✿♪♫
    º° ✿♫ ♪♫°
    Olá, amiga!
    Uma das mais lindas recordações de criança que tenho é o meu anjinho da guarda... as orações que fazia todas as noites, sempre pela paz do mundo... cresci mas o mundo nunca teve paz.
    Bom fim de semana!
    Beijinhos.
    Brasil°º♪♫
    °º✿♪♫
    º° ✿♫ ♪♫°

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  53. Olá, Inês
    Interessante, esse elo comum do anjinho da guarda.
    Sabe, Inês, a gente deseja uma Paz completa, no
    mundo todo...mas, parece que é mesmo utópico...no entanto, ela existe em grande parte do planeta Terra. Por ironia, a falta de paz, em muitos países, é causada pelo chamado "fanatismo religioso"... junto à ânsia do Poder...
    Beijinhos

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  54. Oi, amada! E, o que dizer deste post contagiantemente belo? Só aplaudo e muito! Obrigada por suas palavras lá em minha Páginas de Poesia. Eu ainda estava arrumando o link do vídeo que acompanha o poema. Se p uder, volte lá e assista ao vídeo (presente de uma amiga que colocou em PPS meu poema) tá lindo!
    Bom fds, beijo carinhoso.

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  55. Tô indo, Milla, chego já>>>>>>>
    Beijos, meu carinho!

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  56. Os anos passam, mas a oração ao Anjo da Guarda permanece em nossos corações. Particularmente, sempre a rezo.
    Não somos preparados para qualquer tipo de perda. Como você, creio que a morte deveria ser tratada com naturalidade, como ocorrência da vida, a fim de que, desde cedo, aprendêssemos a aceitá-la.
    A canção é deveras triste, embora os versos tenham sido bem delineados.

    Foi muito bom receber sua visita. Os caminhos que nos levam aos amigos são imprevisíveis. E aqui, também estou, acomodada.

    Bjs.

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  57. Olá querida Lúcia!
    Muito obrigada por seu carinho com o querido Dom!!!Obrigada por passar os e-mails para seu filho e nora!!!!Sou muito grata a você!!!
    Obrigada por ser esta pessoa maravilhosa!!!
    bjosssss

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  58. Olá Lúcia,
    Nunca me esqueço da oração ao anjo de guarda que fazia todas as noites. Ainda hoje costumo rezá-la, talvez pela força do hábito.
    A morte ainda é um grande tabu. De fato, recusa-se a falar sobre ela, quando deveríamos ter sido preparados para lidar com ela, pois é certa e derradeira.
    A canção é linda, mas triste.
    O post ficou lindo!
    Tenha um ótimo final de semana.
    Beijos.

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  59. É, Marilene, essas lembranças vão sempre nos acompanhar. A questão da morte, é mesmo um tabú eterno, a maioria foge. Aprendi, a lidar com ela,
    mesmo sem gostar...
    Obrigada, por ter vindo...Seu blog, é ótimo!

    Um beijo!

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  60. Simpatizei, de cara, com o Dom. Estou
    muito envolvida com adoções, por conta
    dos meus meninos...fazem até Feira de Adoções,
    tanto pra cães como pra gatos. Espero que o
    lindo Dom consiga um novo Lar...
    Beijos!

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  61. Oi, Vera Lúcia
    Os hábitos da infância, muitos, ficam arraigados,
    sem dúvida. Essas imagens, nos encantam, junto
    com as músicas...
    Obrigada, amiga
    Lindo final de semana
    Beijinhos

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  62. Olá, Lúcia!

    Algumas destas imagens do anjo da guarda, reconheço-as.

    Bonsais , gosto muito.

    Antes estas estórias que ajudavam a criança a se familiarizar com a realidade da vida do que estes desenhos animados assustadores tão em voga, agora.

    Bom domingo.

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  63. ¡Precioso Lucia!, muy lindo el post.
    si te gustan la poesía llena de ternura,
    te invito a mis espacios,
    feliz fin de semana.
    un abrazo.

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  64. Bom dia! Se eu for transcrever , todas minhas memórias inundo o teclado de tanta saudade...mas tem algumas que não me fazem chorar, obigado pela visita e embalada pelo seu poema, vou postar algumas coisas do papai.

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  65. Lúcia

    Retornei aos anos quarenta. Voltei á meninice encantada.
    Fico com as lembranças que se vão entrelaçando e formando a época que já vai longe.

    Beijos

    SOL

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  66. Um lindo e abençoado domingo para você,amiga Lúcia.
    Bjssssss e Xeros,
    Leninha

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  67. Lúcia um post maravilhoso. Penso que em quase todas as casas havia imagens de anjinhos. A minha mãe ensinou-me uma oração, que dizia ela era para os anjinhos me protegeram, e que já a mãe dela lhe tinha ensinado. Era muito parecida com a sua:
    "Anjo da Guarda
    minha companhia
    Guardai a minha alma
    de noite e de dia"
    Bom domingo
    Beijinhos
    MAria

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  68. Muito obrigada pelas palavras deixadas em minha "casa", Lúcia.
    Vim antes do meu passeio de domingo, agradecer, e ao mesmo tempo anuir da influência e amparo que o Anjo da Guarda tem para nós. Ás vezes, parece que sempre alguma "coisa" nos protege. E então na infância...lindo ver os anjinhos com as asas...E nas procissões, nunca foi "figurada " de anjo? Eu sim! Por isso verá com que carinho e saudade apreciei sua casa!
    Foi um gosto enorme e vou voltar se continuarem a nossas sintonias! Esta é uma das minhas "músicas" num mundo tão tristemente descrente!
    Bom domingo, bji

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  69. Essa imagens de anjos, São, faziam parte do universo familiar, em quase todos os lares.
    Independente da crença, são lindos! Hoje, os
    programas infantis, além de não formar para a vida são mesmo terríveis,poucos se "salvam"...

    Obrigada, bom domingo!

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  70. Grata, Ricardo!
    Encanta-me, visitar o seu espaço,
    sempre tão repleto de belos poemas.

    Um abraço, boa semana!

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  71. Cláudia, recordar é sempre muito gostoso,
    principalmente o que nos fizeram felizes.
    Sempre me embalaram, as canções que meu pai
    e minha mãe cantavam. Daí, trazer as letras aqui.
    Faça a postagem, então, com alguma coisa de seu pai.
    Boa semana!

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  72. Oi, SOL
    Boa parte do meu tempo dedico a relembrar
    os bons momentos da infância.É uma revividência,
    que muito me agrada. Deliciosa época, a dos 40...

    Obrigada, por ter vindo...
    Beijos

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  73. Maria, obrigada.
    Era mesmo uma figura popular, a do anjinho da guarda...Parece que dava "segurança" à toda criança a quem era ensinada uma oração a ele.
    Quem tinha a sua imagem em casa, mais ainda.
    Foi um grande bem, não há dúvida. Quanto a letra
    das orações, eram bem semelhante.
    Bom Domingo, beijinhos,
    da Lúcia

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  74. Manu, seu blog é excelente!
    O anjo era mesmo muito comum, figura linda, sem dúvida. Fui anjinho sim, mas de coroação de N. Senhora, eram 3: Fé, Esperança e Caridade...Sempre quis ser a Caridade, não sei porquê! Devia haver uma razão inconsciente, creio, rsrsrs...
    A sintonia, entre nós, se iniciou bem e a tendência é tocar a música em frente, acreditando nos laços de amizade...pura e simples.
    Bom domingo,
    Beijinho

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  75. Lucia, é realmente uma canção muito triste. Mas quem acredita q a vida é uma só, como eu, entende q os filhos são de Deus, em empréstimo a nós e q muitas vezes, quanto a criança morre, é pq nessa encarnação ela já cumpriu o q precisava cumprir. É um egoísmo querer q a pessoa continue ao nosso lado quando ela pode evoluir.
    Quanto a essas imagens q vc postou, fez-me lembrar da casa de minha avó. Vi muitas dessas imagens, ela era muito católica. Muita paz!

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  76. Minha Querida Lúcia:
    Este poema é enorme no seu dramatismo. Uma mãe à deriva na sua loucura. Uma alma amortalhada. Um ser supliciado. Não é assim que se sente uma mãe que perdeu um filho?
    Um abraço muito grande. Tão grande, que pula o Oceano Atlântico e chega até ao Brasil.

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  77. Denise, acredito que a vida é uma só,
    aprendi a aceitar a morte como algo natural, como
    é o nascimento. A reencarnação, é uma interrogação para mim, ainda.
    Quantos as imagens, "povoaram" e ainda povoam o imaginário de muitos...e é bom relembrar a infância.
    Muita paz!

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  78. É de intensa dramaticidade, essa letra de canção, Isabel. Cantada é ainda mais dramática. Mas mesmo assim, é bonita.
    A perda de um filho, com certeza é das dores a maior.
    Recebi o abraço que veio do outro lado...muito gostoso e apertado. Retribuo, com outro, tão grande quanto o seu.
    Com mais este beijinho, amiga.

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  79. Olá, Fátima,
    obrigada, pelo carinho.
    Um beijo...

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  80. Interessante que o anjo de guarda que nos é apresentado na infância, jamais nos abandona habitando em nosso coração. Meu pai, com seus 81 anos, em todos os nossos momentos de oração, nunca deixa de incluir a oração do Anjo de Guarda.
    Minha avó dizia que "o mais difícil do envelhecer e ir perdendo aos poucos o contato com os nossos queridos que se vão por morte, mas nossa fé acreditando na vida eterna ao lado do Pai, dá-nos o conforto do reencontro futuro". Esses foram ensinamentos guidinha que nunca pude me esquecer.
    Bjks
    Renata

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  81. Querida Guidinha, só hoje vi esse seu comentário.
    Sem dúvida, isso tudo é verdade, são ensinamentos
    para toda avida.

    Beijos,
    da Lúcia

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