sábado, 1 de outubro de 2011

PAPAI CANTAVA....( IV )

A FLOR DA SAUDADE...



No ano de 1911, ou seja, há exatos 100 anos, meu pai já era um
moço feito, com seus 16 anos de idade...Sendo a sua mãe viúva, desde que ele tinha 10 anos, e tendo a mãe e a irmã para manter financeiramente, cedo começara a trabalhar...
Minha mãe, à altura, era apenas uma menininha, de 3 anos de 
idade. Ambas as famílias, a de meu pai e a de mãe, residiam  
na mesma rua, em Fortaleza, no bairro Outeiro (hoje Aldeota).
Frequentavam a mesma igreja, na missa aos domingos: Igreja do Pequeno Grande. Interessante, é que os dois núcleos familiares se assemelhavam, na composição de seus membros: mães viúvas , e ambas com dois filhos,  uma menina e um menino.
Maria Carolina, minha avó materna, era mãe de Lauro e Maria José; Rosa, minha avó paterna, era mãe de José Joaquim e Maria Carmelita.O tio Lauro, era mais velho que a mamãe;meu pai, era mais velho que a tia Carmelita...
As duas senhoras, apenas se cumprimentavam, ao passar uma pela outra,nas ruas ou quando estavam na igreja, contava minha mãe...
Papai, inúmeras vezes comentou que se lembrava, perfeitamente, do tempo em que, ao assistir à missa, ele já rapazinho, observava a criança loirinha, de olhos bem azuis, que brincava com um terço, de joelhos, debruçada sobre o longo banco, daquele belo templo néo-gótico que é o Pequeno Grande. Aquela cena dominical, creio, 
o encantara, tal era a ternura com que ele se referia a essa passagem de sua vida, de quando conhecera minha mãe, ainda menina. A diferença de idade, entre os dois, era de 13 anos...
Mamãe, por sua vez, nos dizia que, quando já mocinha, ainda com as duas famílias morando  nas mesmas casas,na mesma rua, ao passar acompanhada de sua mãe, pensava, quando o via:" O José, só cumprimenta a mamãe...antipático e besta, como ele só!".. Era a  contra-partida para o relato do meu pai, sobre o"terço" com o qual, quando ela era pequenina, brincava, enquanto o padre celebrava à  missa....

Trago aqui, essas "cenas" de fatos reais, no intuito de associar, à  letra da canção,"A Flor da Saudade", que papai tanto gostava de cantar, ao intenso amor, tecido, pacientemente, por meu pai, à minha mãe, desde a sua adolescência...
Ele acompanhara o desabrochar daquela "mimosinha flor" que
era a sua  bela prometida :" a Mazé, da Dona Carolina, menina prendada, pobre, mas de "boa" família"...(palavras dele)...

Apreciem a pureza, o romantismo da letra..,que é bem curtinha mas, naturalmente, mimosa...

A FLOR DA SAUDADE

Ó terna saudade
Mimosinha flor
Só tu me acompanhas
Meu pranto e dor

Só tu me acompanhas
Meu pranto e dor     
Eu quero, quero amar-te
Mimosinha flor

Ó grito tristonho
Do campo assolas
Do meu coração
És fiel retrato

Só tu me acompanhas
Meu pranto e dor
Eu quero, quero amar-te
Mimosinha flor

Ó terna saudade
Que exprime paixão
Só tu tens entrada
Em meu coração

Só tu me acompanhas
Meu pranto e dor
Eu quero, quero amar-te
Mimosinha flor

*******

NOTAS:
1- A imagem, no início da postagem, que achei bem apropriada, para a letra de A Flor da Saudade, "salvei-a" no google...

2- No caderno, em que a letra está manuscrita, não há referência sobre o autor...como em grande parte das letras, como já me referí antes...


3- Retornando hoje, de nossa belíssima Capital Federal, Brasília,
devo confirmar que não vi, sequer, a famigerada "Rampa do Planalto". Além de visitar o "museu" do B., meu mano "véio", assistir à eterna Elza Soares (inteira) e alguns curtas e longas (muito bons) do 44 º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, fiquei "meia enclausurada" na bela "Asa Sul", da "Cidade Avião", projetada por Niemayer, revisitando o acervo de meu pai, onde, à cada visita, mais descubro de sua encantadora personalidade. Pasmem: não me fiz fotografar uma única vez, apenas fotografei objetos-relíquias...que tantas vezes passaram por suas prodigiosas e carinhosas mãos...

*******



Estou indo...........................................mas eu volto, um abraço!













51 comentários:

  1. º° ✿
    ♥ °
    Amiga,
    Lindas recordações.
    Bom fim de semana!
    Beijinhos.
    Brasilº° ✿
    ✿♥ °

    ..(░)(░)
    (░)(♥)(░)
    ..(░)(░)

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  2. Linda essa história de amor que nasceu ainda sua mãe nem pensava nessas coisas. Sabes, a minha mãe, casada há 62 anos com o meu pai também diz que nem o podia ver, quando ele começou a interessar-se por ela. Diz ela que deve ter sido a Srª de Fátima que fez algum milagre, pois durante uma excursão de onibus ao santuário, onde os dois foram é que ela começou a olhar o meu pai com outros olhos. Vês...e dura até hoje esse amor. Como se costuma dizer.." já não se fazem casamentos como antigamente". Um beijinho e até breve. Um bom fim de semana
    Emília

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  3. Tão linda, doce e inocente história essa. A cada dia, mais e mais pra encantar.

    Linda e doce letra...
    Que bom que aproveitaste O MELHOR lá de Brasília!

    um beijo,tudo de bom,chica

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  4. Tão bom conhecer histórias assim. Por essa época, meu bisavô, Manoel Sobreira, português que se estabeleceu em Fortaleza, possuía uma escola para ensinar as primeiras letras...

    Abraço

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  5. Nossa é tão linda essa historia, toca de verdade o coração das pessoas,
    amei,
    Lindo a postagem!
    Beijoo

    Letícia Canela.

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  6. Lucinha, minha irmã do Brasil:
    Meus pais eram segundos primos e, sempre se conheceram. Depois de um namoro atribulado de 13 anos, em que lutaram contra as minhas tias solteironas, irmãs da minha mãe, acabaram casando e com 4 filhos( a 2ª morreu) e 6 netos. Minha mãe conheceu apenas, o do meu irmão e os meus 2 mais velhos. Meu pai que, morreu com 92 anos e ainda conheceu os netos todos e os meus dois netos.
    Gostei muito do poema, tão singelo quanto lindo.
    Beijinho amigo da
    Maria

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  7. Lúcia,
    É impressionante a forma como cultiva os valores da família. Num tempo de individualismos exacerbados, o seu exemplo reconforta.

    Beijo :)

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  8. Belas lembranças... Raízes que nunca se acabam! Parabéns por sua dedicação ao amor-família! É uma das coisas que faltam hoje no mundo em que vivemos! Abraços, Célia.

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  9. Inês, Magias sempre me encantaram e ainda o fazem...Fui lá,no seu espaço, e saí leve...
    Obrigada, por ter ter vindo, beijinhos

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  10. Linda, também, a história de amor de seus pais, Emília. Que maravilha tantos anos de união e ainda presentes no convívio familiar. Realmente: "já não se fazem casamentos como antigamente", amiga.
    Bom domingo, boa semana vindoura...beijinhos!
    Lúcia

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  11. Olá, chica, você não se ausenta, não sei como
    dá conta de tantos blogs (excelentes!)e por onde
    viajo vejo essa linda "joaninha" com delicados comentários. Você é extraordinária, amiga. Obrigada, boa domingo, boa semana e beijos,
    da Lúcia

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  12. Oi, Pedra do Sertão, tive um professor Sobreira, o
    Álvaro. conte-me mais de seu avô português e pedagogo.
    Um abraço.

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  13. Oi, Letícia, obrigada! Essas histórias
    de amor nos enternecem, não é?
    Beijinho

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  14. Oi, minha irmãzinha portuguesa, Maria querida, é tão bom quando vem aqui e me conta fatos semelhantes das nossas vidas. Seu pai, então,
    chegou a bisavô...que delícia!
    Beijinhos, minha amiga.

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  15. Cultivo sim, AC, com um imenso e intenso amor.
    A saudade,em mim, não é nostálgica, é um alimento
    para a vida. Família, é a principal prioridade. O resto, é consequência...
    Beijos

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  16. São lembranças que estarão sempre presentes, Célia. Agora, faço delas,a matéria principal
    de meus escritos.
    Um beijo, amiga!

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  17. Bom retorno Lúcia. Por certo com a mala cheia de novidades para nos contar. A "Flor da Saudade" estava florescendo em nossos jardins.

    Um abraço.

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  18. Oi, Lucia!

    Quanta ternura, amiga, nessas letras. É isso que tenho saudades, de épocas em que não vivi... Do romantismo, da pureza...
    Adoro suas postagens. Elas nos transportam para uma época de sonhos...

    Um abraço, amiga
    Socorro Melo

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  19. Meu Anjo.
    Deus abençoe sua semana
    sou sempre grata pelo seu carinho.
    No momento quase não estou conseguindo fazer visitas.
    Porém tenho você no meu coração e pensamento.
    Estarei tentando deixar meu carinho também,
    parabenizar pelas postagens lindas que leio na sua postagem.
    Um beijo no coração .
    Já com saudades e muitas.
    Evanir

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  20. Lúcia,
    O amor é lindo e sempre dá um sinal...
    Que bom que está de volta de sua viagem ao Distrito Federal e, já nos brindando com essa delicadeza de história de vida!
    Beijocas.

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  21. Obrigada, Clóvis...trouxe algumas novidades,
    "antigas", na mala. Quanto à "Flor da Saudade",
    tem florescido lindamente, jardins a fora, parece.
    Beijos

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  22. Tudo que convivi com meus pais, toda a ternura
    e encanto dessas cantigas, estão sempre presentes.
    Obrigada,querida Socorro
    Forte abraço

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  23. Oi, Evanir
    Que bom, tê-la aqui!
    Sempre com lindas mensagens de carinho.
    Obrigada, amiga. Aguarde, minha visita.
    Beijinhos

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  24. Olá Estela.
    Histórias de amor, principalmente
    quando a presenciamos, são mais lindas...
    Tenho necessidade, de passá-las adiante.
    Um abraço

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  25. Minha Querida Lúcia:
    Existem efectivamente momentos plenos de ternura, que ficam para sempre gravados na nossa memória. E aí a saudade ganha corpo e abraça-nos.
    Não conheço a Índia, mas acabei ontem de reler "O Templo da Aurora", de Yukio Mishima, que tinha lido em Dezembro de 1989, no qual o autor, pela mão do protagonista - Honda, fala abundantemente da Índia e de todo o fascínio das suas crenças e dos seus rituais.
    Continuo a gostar muito destes seus escritos, Lúcia, tão cheios de magia de tempos idos.
    Deixei resposta ao seu comentário em Luz de África.
    Um abraço do tamanho do Atlântico que só fisicamente nos separa.

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  26. Imagino, a maravilha que seja o conteúdo d "O Tempo da Aurora". A Índia, é mesmo fascinante.
    Obrigada, minha amiga, pelas delicadas palavras.
    Irei logo à Luz da África, encantar-me com o seu
    sempre agradável comentário, Isabel querida...
    É verdade, o Atlântico, parece até que nos une mais.
    Forte abraço

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  27. Que hisória de amor linda!
    Seu pai conheceu uma florzinha e
    quando esta desabrochou, virou sua
    amada esposa...que lindoooo!

    Achei interessante o fato das semelhanças
    das famílias.
    Minha mãe é do mesmo ano e mês da minha sogra e meu marido é do mesmo ano e mês do meu irmão mais velho, acho muito legal essas semelhanças.

    Beijossssssss amigaaa
    Uma pena vc não ter tirado fotos suas, mas tenho
    certeza que a viagem foi bem produtiva.

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  28. Lúciamiga

    De volta - e bem. Com mais um texto magnífico, com mais uma recordação de entre as milhentas que tens, do Senhor teu Pai e das sua cantigas. è muito bom ler-te, disse-o, digo-o e repito-o as vezes que assim o entender. Esta é mais uma.

    A Isabel Gomes da Costa (que visitei por tua «culpa», fala de Yukio Mishima e o seu «O Templo da Aurora». Como sabes, tocou-me em carne viva, porque a Kel nem me deixa respirar... quando se fala da terra dela.

    Como te disse, na nossa Travessa, vamos para a Índia - e já temos datas, reservas e esperamos os bilhetes - a 20 de Janeiro e contamos voltar a 17 de Abril. Goa e outras Índias...

    Bom, dá-nos mais PAPAI CANTAVA; pelo menos, dá-ME

    Xeros da Kel, abçs aos homis e qjs para tu

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  29. Olá, Leila. Acho tão linda, essa história de amor,
    de meus pais, que contei... Em Brasília, já tirei
    muitas fotos, em viagens anteriores. A de agora,
    foi apenas para "rcolher" alguns dados para as
    próximas postagens. Aproveitei para assistir à peças d teatro e filmes de festivais.

    Obrigada, um abraço, amiga

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  30. De volta - e bem, Ferreiramigo. O "magnífico", é por sua conta e risco. Quanto à Isabel Gomes da Costa, arco com a culpa, com muito gosto...vc vai gostar de (per)seguí-la: ela escreve deliciosemnte. Quero ler "O Templo da Aurora", vou ver se encontro.
    Agora, fiquei com inveja de voce e da Kel, pudera eu, ir à Goa. Boa viagem, amigos!

    Virão mais PAPAI CANTAVA!
    Xeros na Kel e nim tu...

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  31. Minha querida Lúcia

    Ai, a Mimosinha Flor! Descreve tão bem toda a cena da missa, da menina loirinha brincando com o terço, do rapaz que ela achava antipático e então a letra 'A Flor da Saudade' que ele lhe dedica, tão real que até conseguimos visualizá-la.
    Fiquei encantada com estas memórias tão ricas e por partilhá-las connosco.

    Beijinhos.

    Olinda


    P.S.

    Só agora pude vir visitá-la. Tenho tido dificuldades em postar comentários em alguns blogues. Aliás, anda por aí uma confusão danada na blogosfera.

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  32. Bom dia Amiga Lucia que bom ter essas boas lembranças para publicar,pais são o maior presente que um filho pode ter, bjs em seu coração

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  33. Muito boa noite amiga
    hoje estou passando para lhe agradecer a sua linda visita ao meu cantinho, e lhe desejar um lindo fim de semana!
    abraço amigo
    Maria Alice

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  34. Olinda, querida, contei em detalhes,todo a cena
    histórica que me foi passada pelos dois...imagine,
    eles contando! Essas conversas, regadas à música,
    sempre se repetiam e sempre encavam.
    Para mim, é muito importante partilhar essas memórias tão doces.
    Obrigada, pelo carinho.
    Beijos
    Lúcia

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  35. Oi, Lo, muito bom, vê-la aqui.
    Suas postagens, tenho lido, cada vez mais
    românticas.
    Beijos, amiga...

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  36. Obrigada, Maria Alice, pelo carinho.
    Sempre que posso, visito seu espaço.
    Bom fim de semana.
    Forte abraço, amiga.

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  37. Vim ver se havia novidades...

    Bom fim de semana!

    Bjsss

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  38. Talvez no domingo que vem haja novidades.
    Obrigada, Calado, por vir espreitar...
    Bom final de semana
    Beijos

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  39. Querida Lúcia:
    Vim deixar-lhe um beijinho e desejar um bom fim de semana.

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  40. Lucia, as histórias q vc conta de sua família são tão ternas. Lindo de serem lidas. Em um mundo onde só se fala de violência, são uma lição de vida. E as canções relatadas, sempre carregadas de singeleza. É um refrigério para o coração. Muita paz!

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  41. Isabel, minha querida amiga lusa(uma das...)
    vou já atravessar os mares, para desejar o
    mesmo...inté!

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  42. Pureza e romantismo é muito pouco.
    Tem muita ternura também!
    Belíssimo!

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  43. Minha Querida Lúcia:
    Voltei para lhe agradecer a visita e dizer que deixei uma resposta ao seu comentário em "Luz de África".
    Um abraço com toda a minha amizade.

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  44. Querida Denise
    Quando em família permeia a ternura, o amor,
    no adiante,só se pode colher bons sentimentos,
    você bem sabe. Hoje, nossas crianças estão a mercê
    da violência, o que poderão colher, então?...
    Obrigada, por suas palavras.
    Muita paz!

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  45. Tem mesmo, não é Josú?
    Quem produz Arte e Beleza, como você,
    detecta muito mais,além do horizonte...
    Obrigada, amigo!
    Beijos

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  46. Acabei de chegar de "Luz de África"
    amiga Isabel. Fiquei emocionada...
    Obrigada pela amizade que você sabe,retribuo.
    Meu fraterno abraço

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  47. Minha Querida Lúcia:
    Deixei escrito em "Luz de África", que os seus pais se encontram inundados por uma luz de serenidade, e sinto o sorriso deles, que eu vejo sem ver.
    Sabe, Lúcia? São estas nossas memórias que nos dão alento e impulsionam o nosso futuro. Felizes os que têm estas memórias dos seus pais!
    Um abraço com muita amizade.

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  48. Esse nosso diálogo, Isabel querida, acerca da memória que cultivamos de nossos pais,comprova
    a importância que tem a convivência em família, quando em seu meio existem o respeito e o amor, entre pais, filhos, irmãos, enfim...
    Um bom domingo, minha amiga.
    Com meu apertado abraço.

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  49. Que lindo querida!O tempo não teria sentido se não fossem as lembranças.És uma excelente contista.Isto é um privilégio!A letra da música singela e pura nos remetem a um tempo romântico onde a delicadeza fazia parte da conquista.Parabéns! Amei! Tenha uma semana encantadora.Bjs Eloah

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  50. Primeiramente agradecer a visita.
    Pena que eu não estivesse para oferecer um café... (rsrsrs).
    E antes que me esqueça quero agradecer-lhe uma coisa que escreveu sobre Brasília e em que diz ser a "Cidade Avião".
    Niemayer projectou o avião virado para Portugal, foi o que li e aprendi, mas há muitos... muitos anos.
    Nunca mais ouvi dizer nada sobre esse "avião" e pensei que a urbanização desenfreada de terrenos tivesse transformado o sonho do famoso arquitecto.
    Não sou muito ligado ao passado.
    Mesmo as fotografias foi a minha mulher que as catalogou.
    Eu sou meio selvagem (rsss, rsss, rsss), nasci, cresci e vou morrer.
    São as três fases da minha vida.
    É tudo.

    Cumprimentos e uma boa semana.

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  51. Lúcia, que encanto seu blogue! Resgata não apenas a cultura local, mas a história de sua família. Adorei, em especial, esta postagem. Cheguei a ela, curiosa com a marcação Aldeota, devido a uma música (não a que faz parte do texto) que me fazia lembrar de uma grande amiga que morou, por algum tempo, aí em sua terra. Porém, o que encontrei foi muito além do que eu procurava, que bela história de encanto e de amor!

    Deixo um beijo e meu carinho.

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