quinta-feira, 11 de outubro de 2012

"ÉRAMOS SEIS....ATÉ 23 de MAIO DE 1941..." :

(Dito por Maria José, minha mãe, parafraseando Dona Lola, personagem principal  do romance "ÉRAMOS SEIS", de Maria José Dupré).

 
Foto de 1939, quando a família Bezerra de Paiva ainda era composta de seis: 
sentados,José Joaquim e Maria José; em pé: José Maria, à direta da mãe; 
José Maurício, à esquerda do pai; Carlos Alberto, entre a mãe e o pai; e
Zélia Maria, no colo..... Mamãe costumava dizer:  "Na época dessa foto,
ÉRAMOS SEIS...só depois, vieram a Margarida e a Lúcia". Influência do
romance de sua homônima, acredito, que estavan  no auge, na década de 1940.
 Foi o livro de maior sucesso, de Maria José Dupré...A composição do núcleo
familiar, dos Bezerra Paiva, até 1940, era idêntica a do romance "ÉRAMOS SEIS"...
 (Foto: arcevo pessoal)...Obs: clique nas fotos, para ampliar.
Romance lançado em 1943 (acervo pessoal).
Elenco principal, da primeira versão da novela "Éramos Seis",
 transmitida pela TV Tupi, em 1977. (foto: google) 
Elenco principal, de ´"Éramos Seis", na versão de 1994, pela SBT. 
Antiga Lagoa do Garrote, no Parque da Liberdade,mais conhecido por
Parque da Criança, no centro de Fortaleza, vendo-se a Igreja do Sagrado
Coração de Jesus.  (Foto: Arquivo Nirez).
Foto aérea, de 1940, onde se vê, o Parque da Criança, ao lado esquerdo a Igreja
 Coração de Jesus. Veja que, abaixo da lagoa, destaca-se um vila de casas iguais,
que tem o nome de Vila Romero (ainda existe, totalmente descaracterizada). ...
. Na casa 76 dessa vila, moravam meus pais e os quatro filhos, até então nascidos.
 Foi lá, na VILA ROMERO, que a sete de outubro, nasceu a menina ZÉLIA...
(Foto: Arquivo Nirez)
Foto atual do Parque da Criança, tendo à frente a Igreja Coração
de Jesus (hoje denominada Santuário), modificada em sua arquitetura
por ter sofrido um desmoronamento em 1957.(Clique no arquivo,
no marcador Igreja Coração de Jesus, descrevendo o acidente).
A Vila Romero fica na rua à esquerda da Lagoa, próxima ao parque.
(Foto: google).
Vê-se, no centro do Lago, a "Ilha do Amor", onde está uma estátua
de Cupido (Foto: google)
A "Ilha do Amor" mais próxima, refletida no lago..
Eis o Cupido, que eu conheço há quase 7 décadas...todo pichado,
pelos casais de namorados...(? ).... (Foto: google)
Nesta foto,acima, estão quatro dos seis irmãos, filhos de Maria José e 
José Joaquim, e mais três sobrinhos (atrás). Em pé, no meio, Margarida
à esquerda, e Zélia... Sentados: José Maria e Lúcia (eu)...Hoje,, sou eu 
que digo :  ÉRAMOS SEIS, os filhos do papai (José Joaquim ( o J. Paiva)
e da mamãe (Maria José)...."Restam" quatro irmãos, porquanto, o José Maurício e
Carlos Alberto "partiram", deixando saudades....A vida, é mesmo assim, imprevisível... 
NOTA: Abaixo, apresentação da novela "Éramos Seis" da TV Tupy. A história de
Dona Lola, passada na São Paulo de 1920, semelhante a tantas histórias passadas
em  qualquer cidade, como Fortaleza ...(Foto do meu acervo...recente)
Em 1995, quando foi feito esse registro fotográfico, toda a família
Bezerra de  Paiva, filhos e netos, parentes e amigos se reuniu em Fortaleza,
para comemorar o Centenário de Nascimento de José Joaquim (falecido
em 1977). Nesta foto, em momento descontraído, a 5ª da esquerda é minha
 irmã Zélia Maria seguindo-se o José Maurício, o Carlos Alberto e o José Maria,
 os quatro filhos de Maria José e José Joaquim que estão na primeira foto, a de 1939
 quando o núcleo familiar era composto de seis....( Fotografia de meu acervo)..........





Há poucos dias, indo ao centro da cidade, à Rua 25 de Março, peguei o ônibus do Bairro de Fátima e desci no ponto final,  junto ao Parque das Crianças, no "coração" de Fortaleza. Contornei metade de toda a calçada (minha velha conhecida), que  circula o parque, atravessando a Rua Visconde do Rio Branco, "cortando" pela  velha Vila Romero, onde nasceu, na casa de nº 76, a minha irmã Zélia, no dia 7 de outubro de 1938. Zélia, foi a primeira filha dos meus pais, que já tinham três meninos (primeira foto).

Naquele instante, observando as grandes mudanças arquitetônicas das casas da vila, que antigamente eram todas do mesmo estilo, veio à minha memória uma série de lembranças...,

Tínhamos em casa, um antigo álbum de fotografias, com as tradicionais "cantoneiras" que prendiam as fotos em seus quatro ângulos. A foto que eu mais gostava (e ainda gosto), é a da família, com o casal (meus pais) e meus quatro irmãos: o mais velho, José Maria(1932), o José Maurício(1934-2010), o Carlos Alberto(1936-2000)e a Zélia Maria (1938). Margarida e eu, ainda não havíamos nascido, na época em que a tal foto foi registrada, em 1939.

Por vezes, ouvi minha mãe se referir a essa foto, com a frase:"Nesta época, éramos seis"!... Certamente, ela queria explicar que o seu núcleo familiar, ali retratado, ainda não estava completo...completar-se-ia, só quatro anos depois, com o nascimento de minha irmã Margarida Maria, em 1941 (única de ano ímpar), e o meu, sua caçula, em 1942, de nome Lúcia Maria. 

Em 1943, a escritora paulista, Maria José Dupré,
(mesmo nome de minha mãe) lançou aquela que seria a mais importante de suas obras, "Éramos Seis", sobre uma família paulista que era composta da mesma forma que era a de meus pais, até 1940: um casal, com quatro filhos, sendo três meninos e uma menina...

Quando completou 12 anos, minha irmã Zélia ganhou,como  presente de aniversário, o romance "Éramos seis". Naquela altura, eu então com 8 anos, já lendo  fluentemente, "devorei", com os olhos ávidos, a história de  vida de Dona Lola, a personagem principal... 

No domingo passado, dia 7 de outubro, fui abraçar a minha irmã, Zélia, pelo seu 74º aniversário, contando então para ela que, a casa onde ela nascera, na Vila Romero, Nº 76, ao lado do parque onde brincávamos em criança, foi totalmente reformada, em sua fachada. Fiquei surpresa, quando ela me apresentou uns versinhos que papai escrevera, quando a família, então de seis pessoas,  mudou-se para a Rua 25 de Março Nº 737 ,  ali bem perto, onde nasceram as duas últimas filhas, Margarida e Lúcia (eu) e que, durante toda a sua vida cantou, inúmeras vezes, usando uma melodia conhecida...

Para homenagear a Zélia, pelo seu aniversário, no último dia sete, transcrevo abaixo os singelos versos de nosso pai, para a sua filha mais velha... (das meninas!)... 

Vila Romero
Para minha filha Zélia Maria

Oh! que saudades que eu tenho
Da bela Vila Romero
Daquela linda casinha
Que eu tanto amo e venero

Em frente à bela casinha
Havia um pé de Camélia
Foi lá que a sete de outubro
Nasceu a menina Zélia

Também em frente à casinha
Havia um jardim inglês
E o número da casinha
Era o setenta e seis

Ficava perto do parque
Onde mora a seriema
E bem pertinho da praça
Pra gente ir ao cinema
Por José Paiva  
  

*******
Imagens: acervo próprio e google.


Estarei de volta, na próxima semana..........Um abraço!



112 comentários:

  1. Formidável o culto que você tão bem faz de sua família - árvore genealógica completa! Um amor enorme é o que se sente quando se lê valores familiares como esses que você partilha conosco! Obrigada!
    Bj. Célia.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Quase todos da família cultivam este quase devotamente à família. Sempre, a família vem antes de tudo. Ás vezes, pode até parecer exagerado mas, vem tendo bons resultados, para as novas gerações,pelo afeto e respeito entre todos, principalmente dos mais jovens aos mais velhos.
      Obrigada, Célia, beijinhos!

      Excluir
  2. Lúcia querida,

    Lindas as tuas lembranças, amiga e o paralelo que fazes com a bela obra da Sra. Dupré...me trouxeste a lembrança de um livro que na juventude me foi de muito cara leitura. Li nos momentos de limpeza da estante, quando me trancava no porão da casa para saborear os livros com que meu pai presentava a minha mãe.
    E achei muito lindo o poema que teu pai fez para tua irmà...uma delícia, amiga.
    E as fotos, parecidas com as da minha família que também ficavam emolduradas em um álbum, o famoso Livro Preto das nossas recordações.

    Sessão nostalgia é gostoso e faz muito bem, não é mesmo, amiga? Dá vontade de sentar na tua cozinha e ficar até tarde vendo fotos e papeando até a "vaca berrar", como se diz na minha terra.

    Bjssss, minha querida e um feriado muito feliz prá você
    Leninha

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Sabe, Leninha, quando publico uma postagem, logo brota uma ideia, para a próxima. Como e propus a desenvolver aqui um "culto à família", qualquer acontecimento atual pode levar a um momento ou fato do passado, envolvendo algo ou alguém da família.
      Esse poeminha, de vez em quando, cantarolamos, nos encontros periódicos, você sabe com é, quando irmãos se encontram, nas casas uns dos outros...

      Obrigada, amiga querida. Volte sempre.
      Beijinhos, bom feriado
      Lúcia

      Excluir
  3. Oi, Lúcia...que dizer sobre esta sua capacidade de unir o passado para torná-lo presente com tanta força de sentimento?
    A linha de tempo se fecha como num círculo onde nada se perde
    unidos todos pelos laços do amor. as lembranças fluem como as águas de um rio e vão nos transportando por tempos idos e vividos,trazendo-nos também as nossas próprias lembranças dos nossos queridos que já se foram e de nossas vivências de infância.
    Obrigada por despertar em nós sentimentos tão bons.
    Um abraço

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Oi, Guariciaba, é puro amor ao passado e ao presente, que se casam muito bem, quando o assunto é família, especialmente. Qualquer pequeno acontecimento, no agora, pode remeter a outro, no ontem. Nada se perde mesmo, é só unir, que faz um imenso sentido.
      Este exercício, que você, eu outro faz, que às vezes parece nostálgico, é próprio de quem valoriza os sentimentos, os afetos. Os que já se foram, permanecem entre nós, sempre, são parte parte integrantes da nossa história de vida. É só isso, simples e amoroso.

      Obrigada, por vir sempre, e sempre querida.
      Forte abraço!

      Excluir
  4. Ter assim uma família e prestar assim esta homenagem é algo de que nem todos se podem orgulhar. Vieram -me as lágrimas aos olhos. J+a ofmos assim uma família...julgo poder dizer que "Eramos cinco"!
    O poema está lindíssimo.
    Parabéns e muitas felicidades.
    Deus te abençoe.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Realmente, Blue Shell, há tantas famílias que não se "encontram", no amor, na harmonia...na fraternidade...
      o que é lamentável. Nada, para mim, é mais importante.
      Então, a sua era de cinco! Que importa, o número! É família e basta! O poema, é singelo e belo, é de de amor paternal, pela primeira filha, pelo lar, pela família.
      Obrigada, pelo carinho.
      Beijinhos, minha querida.

      Excluir

  5. Querida Lúcia

    Hei-de vir instalar-me nesta Cadeirinha para ler tudo o que ainda não li. Tenho alguns Capítulos da Biografia para actualizar e vejo que agora a história da sua família já está mais perto de nós.
    Lembro-me bem da novela 'Éramos Seis', e acho interessantíssimo essa analogia. Sabe que logo no início confundi as imagens das duas famílias. Pareceram-me tão iguais!Fez-me admirar ainda mais a vossa sensibilidade.

    A narrativa está perfeita e o poema mostra bem a vossa veia poética.

    Este post lembrou-me agora que 'Somos Seis' e que há algum tempo que não estamos todos juntos.

    A narrativa está perfeita e o poema mostra bem a vossa veia poética.

    Beijinhos

    Olinda

    P.S. TENHO UM DESAFIO LÁ NO XAILE, UM QUESTIONÁRIO QUE UMAS MENINAS ME PASSARAM...

    Bj

    Olinda

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Venha, amiga, sente-se na cadeirinha e fique o tempo que desejar, lendo os capítulos que ficaram para trás, ainda não lidos...É, Olinda, esta história de hoje está bem mais próxima mas, possivelmente, vez por outra recuarei, indo a tempos mais distantes...a memória avança e recua, nas minhas narrativas. Mas sempre identifico a época, com datas e fotos.

      Meu pai não era poeta, mas era romântico, amoroso ao extremo, com os filhos e toda a família. Mas os versinhos são realente bonitos. Então, vocês são seis?
      Nós, dos quatro que vivem,apenas o José Maria, que fará 80 anos em novembro, mora em Brasília, morando as três irmãs bem póximas, aqui em Fortaleza.

      Beijinhos, querida amiga Olinda, da Lúcia

      P.S. Já fui ao XAILE e me inteirei do DESAFIO.Obrigada, já aceitei. Na próxima semana, eu aviso da postagem. Beijinhos, da Lúcia

      Excluir
  6. QUE POSTAGEM TÃO VERÍDICA, COLEGA LÚCIA. ADOREI!!
    LEMBRO-ME DESSE NOVELA NO SBT... RECORDO-ME MUITO VAGAMENTE, MAS DA IRENE RAVACHE E DO SEU ESPOSO, ME LEMBRO BEM, ATUANDO...
    DESEJO-TE UM EXCELENTE FERIADO.
    GRANDE ABRAÇO. :)

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. As minhas narrativas,Dona, são sempre da vida real e quase sempre envolvendo familiares meus, de ontem ou de hoje.Fico arruando,na minha cadeirinha, pelas "ruas" da memória, e elas vêm à tona, em borbotões.
      Dona, a segunda foto que mostra o elenco da SBT, é com a atriz Irene Ravache.
      Obrigada, o feriado foi ótimo. Bom sábado e domingo.
      Forte abraço,
      da Lúcia

      Excluir
  7. Lúcia, li o livro e assisti a primeira versão da novela, e numa dessas coincidências, tb, éramos seis até 1978, onde passamos a ser 7 e em 1984 passamos a ser 8. Bjos.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. É muito gostoso, relacionarmos as nossas vidas à obra de ficção que retrata tão bem a vida real. São muitos os comentários acima, mostrando quando a família era de seis, como a sua, em determinada época.
      Obrigada, Eder, por vir aqui e comentar.
      Beijos!

      Excluir
  8. Linda homenagem e trabalho aqui e adoro ver as fotos que mostras do antes e depois. Muito a ler e ver aqui!Adorei! beijos,ótimo fds! chica

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Obrigada, chica. Sempre "recheio" meus escritos de família com imagens que combinam, gosto desses "arranjos"...Bom sábado e domingo, com beijos, da Lúcia.

      Excluir
  9. ♪彡♪♫°¸.•♫°`

    Gosto das fotos e da história de família que tu contas.
    Bom fim de semana!
    Beijinhos.
    Brasil

    ♪♫♫°✿°`╮

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Você sempre musical, querida Inês!
      Obrigada, por seu carinho, nos comentários tão qeridos.
      Bom final de semana, com beijinhos brasileiros.
      Meu Xêro,
      bem cearense!

      Excluir
  10. Fico encantado, mastigando as imagens e as tuas palavras.
    Desejar-te as maiores venturas nestes teus Relatos, será o mínimo.
    Continua, que as coisas e costumes dessa época acabam por serem, também, muito próximos.


    Beijos


    SOL

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Meu querido poeta SOL, meu amigo, agradeço o seu carinho nessas palavras tão carinhosas. Trazer as histórias de outras épocas é aproximá-las de nós, nessa partilha muito prazerosa, para mim.
      Beijos,
      da Lúcia

      Excluir
  11. Que beleza de história, Lúcia. É um privilégio ter tantas belezas para lembrar e passar para os outros. Emocionante.
    Parabéns e obrigado pela visita ao Bala.
    bj

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Obrigada, Júlio Cesar, pela forma de carinho e elogios com que faz seu comentário. Assim, me emociono!
      Obrigada, por ter vindo.
      Beijos

      Excluir
  12. Olá Lúcia...
    Que belas lembranças e que bonitas fotos que aqui nos traz...!!!
    Como é bom recordar tanta coisa bonita da nossa vida, da vida da nossa família....!!!!É realmente uma enorme riqueza.....!!!!
    Parabéns Lúcia...
    Um abraço
    Albertina

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Olá, Albertina..
      São lembranças que muito significam na nossa vida e, portanto, temos a necessidade de partilhar. Guardar, apenas, não faria sentido.
      Obrigada, por vir sempre, tão carinhosa.
      Um forte abraço,
      da Lúcia

      Excluir
  13. Lucia
    nòs eramos seis filhos mas meus pais oito. Hoje somos quinze, com genros noras e netos de meus pais. Mas faltara sempre meu pai desde 1991
    com carinho Monica

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Oi, Moniquinha...
      Então, eram seis filhosar, como nós aqui passamos a ser, depois de nascerem as duas últimas filhas. Hoje, já não tenho pai, mãe e dois irmãos. Ficaram as lembranças...
      Obrigada, pelo carinho.
      Beijos,
      da Lúcia

      Excluir
  14. Oi Lúcia. Lembro bem dessa novela, pois estava no Brasil nessa altura. Muito interessante toda esta história das famílias. Aquele casal meu amigo que veio cá passar o mês de Agosto com os meus pais, queria muito descobrir os familiares aqui de Portugal. O meu amigo que tem por volta dos 55 anos, queria muito conhecer a família da mãe que morreu há pouco tempo. Com a nossa ajuda lá foi ele e encontrou quem queria; tirou fotos com as primas da mãe, recebeu fotos de outros parentes e descobriu que tinha alguns familiares no Rio de Janeiro. Não imaginas a felicidade do meu amigo; ficou só com muita pena de não poder dar essa alegria à mãe, mas, pelo menos poderá mostrar aos outros familiares as origens e também conhecer os outros que tem tão perto; ele mora em Guaratinguetá, SP e pt facilmente irá ao Rio. Aqui em Portugal é fácil, pois é um país pequenino e tudo fica perto e por acaso a terra dos familiares dele era uma aldeia bem pertinho de Famalicão, cidade onde vivo. Fiquei muito feliz por lhe ter proporcionado essa alegria.É muito bom ter uma família grande, quando há harmonia; eu tenho uma família pequena; somos dois, mas o meu pai veio de uma família de 14, tendo dois morrido ainda pequenos. Dada a dificuldade em que viveu por causa do nº de filhos ele achou conveniente ter só 2 para que não passassemos tantas dificuldades; fez bem, pois como taxista de uma aldeia sabia que só a 2 poderia dar uma boa formação e assim aconteceu; já o meu marido é o mais novo de 8 irmãos, agora são 6, pois dois já faleceram. E é assim, amiga...muito obrigada por mais esta partilha de informações e espero que tenhas um bom fim de semana que aí foi maior do que o costume. Um beijinho e até breve.
    Emília

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Oi, Emília. A novela Éramos Seis, já teve muitas versões na TV. A de 1977 (ano em que meu pai faleceu), é a mais antiga. Nem a tv Tupy existe mais.
      Lembro-me que você se ausentou um pouco o "Começar de novo", deixando a Hermínia, para acompanhar o casal de amigo de quem você fala agora. Muito interessante e elogiável o seu gesto, ajudando-o a localizar a família da mãe dele. E que bom que que conseguiram realizar o desejo.Imagino, a felicidade dele e de toda a família. Fico muito feliz quando passo a conhecer parentes, quando são realizada reuniões na casa de um primo que pesquisa a genealogia da família PAIVA.
      Gostei de conhecer um pouco da formação de sua família.
      Eu agradeço, amiga, todo esse carinho, em suas costumeiras vindas à Cadeirinha.
      Até breve, com um beijinho
      da Lúcia

      Excluir
  15. Olá Lúcia, hoje a sua página é de encantar! Adorei a foto de família (1939 quando ainda eram 6) composta pelo seu pai José Bezerra de Paiva, sua mãe Maria José e os quatro adoráveis filhos. Bem dizia a sua mãe que eram 6, pois que mais tarde, vieram enriquecer a sua linda família a sua mana Zélia e a querida amiga Lúcia (sem a qual não era possível ter o prazer de estar agora a ver tão preciosas fotos e demais preciosidades) achei muito linda também, a foto, onde a Lúcia, está sentada ao lado de José Maria e demais familiares (que linda e elegante é a querida amiga) foi um privilégio ter acesso a tão belas fotos e demais preciosidades...
    Há alguns anos, vi uma novela brasileira - Éramos seis - com a actriz Regina Duarte (adorei) será que era uma versão mais recente, desta que aqui nos apresenta?
    Gostei muito também, do poema, que seu pai escreveu à sua mana Zélia (um mimo!) é uma grande riqueza ter uma família tão bonita! No meu caso, graças a Deus, somos ainda sete irmãos, sendo eu a mais nova! Infelizmente, o meu pai que tanto amava e ainda amo, partiu era eu ainda nova... mas, felizmente, tenho ainda a minha querida mãe! A família é a maior riqueza do mundo!
    Bem-haja Lúcia, pela partilha! A aula de história, hoje, foi especial!
    Beijinhos! Agradeço o carinho... e, tenha um excelente final de semana :)

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Olá, Camila!
      Que maneira tão bonita e gostosa de comentar uma postagem que conta um pedacinho de minha história!
      Tenho verdadeiramente muito muito carinho e empenho de pesquisar sobre todos os dados sobre a família quando estou a preparar um texto narrativo. Tiro do baú as imagens que possuo e busco na internet aquelas que poderão complementar essa narrativa. Busco algum evento com que possa fazer uma analogia, para tornar a narrativa mais agradável de se absorver e reter.

      Não lembro de nenhuma versão de Éramos Seis com a Regina Duarte...pode ser que tenha havido! Sei que foram muitas, depois das duas que aí postei: na de 1977, Dona Lola foi interpretada por Nicete Bruno e na de do SBT feita por Irene Ravache.
      Obrigada, pelo carinho, Camila!
      Bom final de semana, beijinhos, da Lúcia

      Excluir
  16. Quis dizer Irene Ravache e não Regina Duarte... foi há tantos anos que confundi as personagens :)

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Pronto, está esclarecido. A gente se confunde mesmo.
      Obrigada, Camila, Beijos!

      Excluir
  17. Oi Lúcia,
    Que lembranças boas!
    Amei os versinhos feitos para a Zélia e o fato dela ainda tê-los guardados só reafirma a "marca registrada" da família.
    Linda a foto dos seis...
    Quanto à novela, não me lembro de ter visto, talvez porque tenha sido no ano que tive meu primeiro emprego e chegava cansada em casa desacostumada ainda com o novo ritmo(rsss).
    Xêro.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Muito boas, não é? Eu gosto, você gosta, eles e elas gostam...quem não gosta?
      Meu papai não era poeta, como já disse para alguém la em cima, mas era romântico e muito amoroso...grande pai e bom de prosa, falada e escrita: "tiro o meu chapéu" para o "Seo Paivinha"!
      Eu também não assisti, nenhuma das versões,sabia que estava passando. Morava já no Rio e dava aulas à noite.O romance, eu li e gostei...
      Xêro

      Excluir
  18. "era uma casa muito engraçada"

    e agora somos tantos dentro da história

    e da vila Romero e do parque das crianças e do cupido e dos versos do pai

    graças por serem seis!


    um abraço, Lúcia

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Então, você conhece "a casa" do Vinícius? deliciosa que é, como todas as casas que amamos...

      Obrigada, por vir sempre, manuela, um abraço

      Excluir
  19. Oi Lúcia,
    como fazem bem essas revisitações á história familiar,ainda mais quando "ela" se reflete num romance tão aplaudido.Li-o quando moça e mais tarde assisti a novela que nele se baseou.Histórias retratadas com a fidelidade desta comovem muito.
    Tempo e espaço traduzidos nas vidas de vcs.
    Bjkas,
    Calu

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Fazem, sim, a mim e a tantos, sempre encontramos pontos de referências, nas histórias contadas, com as nossas, aquilo que costumamos dizer que é identificação.
      Obrigada, Calu, pelas doces palvras.
      Beijinhos,
      da Lúcia

      Excluir
  20. Impressionante a maravilha da tua postagem,relembrando a tua vida,teus familiares e teu mundo...
    Mais impressionante é perceber o que guardas lá no fundo de tua alma!!!
    Como te admiro por isso e por tudo!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Obrigada,Crista, estou sempre relembrando os momentos vividos, enquanto vivo o presente, para relembrar mais tarde...é um voltar e seguir constante, numa viagem que gosto de fazer. Venha sempre!

      Excluir
  21. Linda história familiar, lembranças ficam na alma da gente pra sempre, as boas então, nem se fale.
    em casa sempre brincávamos com o eramos 6, pai mãe e 4 filhos, agora somos 16, rss
    bom domingo, beijo

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Principalmente as boas lembranças, é verdade! Mais uma família de seis...como são comuns, essas belas histórias de família.
      Obrigada,Angela, por vir,pelo carinho.
      Bom domingo,beijinhos...

      Excluir
  22. .


    Enquanto ela emagrecia ele
    enlouquecia. Pirava de inveja
    e de ciúmes.

    Domingo, no meu blog.

    Espero você lá.

    Um beijo,

    silvioafonso







    .

    ResponderExcluir
  23. Se o mar adormecer em desvario
    As ondas não mais se formarem
    Se as gaivotas se perderem do ninho
    As árvores mais altas tombarem

    Se o dia não encontrar a manhã
    As nuvens deixarem de chorar água pura
    Se as pedras da ilha roubarem a cor ao verde
    As tua palavras deixarem de ser raiva dura

    E passei para te deixar a minha palavra...


    Doce beijo

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Com estas belas palavras e o doce beijo, o domingo se completa.
      Obrigada, Profeta
      Bom domingo,
      Beijo, com afeto

      Excluir
  24. Oi Lúcia
    Sempre que estou aqui lendo suas memórias penso em como és sensível emotiva e amorosa.Isso me agrada , apesar de não conhecer a família, ver as fotos antigas é muito agradável.
    São fotos que as famílias guardam com muito carinho e tem prazer em mostrar.É bem peculiar aos nostálgicos e me identifico.
    Obrigada por compartilhar, obrigada pelas visitas e pelos comentários sempre incentivadores.
    doce semana meu abraço grande

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. O amor, em mim, é mesmo imensurável, a família está à frente de tudo o mais, em importância. As fotos dão sempre um toque especial em meio à escrita. Não é uma nostalgia triste, mas feliz, na recordação.
      Volte sempre, Lis, obrigada.
      Feliz semana, com beijinhos...

      Excluir
  25. Um testo que é uma memória viva e terna de outros tempos. Gostei muito. O poema singelo e cheio de amor.
    Um abraço e parabéns à Zélia pelo seu aniversário. Tudo de bom para ambas.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Vivíssima, Elvira! Os versinhos, são muito amorosos e de de grande singeleza, sim...assim era o nosso pai.
      Obrigada, amiga,à mana Zélia, seus parabéns.
      Um carinhoso abraço,
      da Lúcia

      Excluir
  26. Como tudo o que toca, minha amiga Lúcia, isto está um primor, pois não seria diferente de todas as postagens já feitas. Eu fico a imaginar o acervo histórico que está consigo ao longo destes anos todos. Você nos mostra a paixão que tem pela VIDA e pelos fatos que a RODEIA. Uma homenagem belíssima. Eu também possuo um exemplar de ÉRAMOS SEIS da década de 60 que guardo com muito carinho. Eu usei na escola e meus irmão também e mesmo assim ele resiste ao tempo. Fica aqui meu grande abraço!!!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Quanto carinho, Malu, no seu comentário.Tenho sim, um bom acervo mas, grande parte das imagens consigo na internet. Por serem narrações de fatos reais, muitos históricos, já é bem mais fácil pesquisar e encontrar.
      Esse livrinho, é uma relíquia, está na estante,ostentado lindamente.
      Obrigada, meu carinho num abraço.

      Excluir
  27. Querida amiga, fiquei emocionada com esta preciosa partilha! muito obrigada é uma homenagem lindíssima!
    Bjs

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Olá, Lilá(s), que bom você aqui.Obrigada, por vir, pelo carinho.
      Carinhoso beijo,
      da Lúcia

      Excluir
  28. Passando para desejar uma boa semana, e convidar você a participar de uma promoção que esta rolando no blog.
    Beijo, Ângela.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Obrigada, Angela, que a semana seja feliz. Vou lá, me inteirar da promoção...
      Beijos,
      da Lúcia

      Excluir
  29. Histórias antigas...

    Beijinho para si!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Como quase todas aqui narradas...
      Obrigada, por vir, calado!
      Beijinhos,
      da Lúcia

      Excluir
  30. Voltei, rs
    não tem problema se fizer a postagem concorre do mesmo jeito, se o selo estiver na postagem.
    beijo

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Desconfio que vou fazer a postagem, poi estou "crente" que vou ganharrrrrrrrrsrsrs os livros...
      Beijo!

      Excluir
  31. Linda postagem. Família é a nossa base para o resto da vida. Grande abraço.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Sem a família, a vida não teria sentido, ela é mesmo a base constante. Um abraço, Maria José, obrigada!

      Excluir
  32. Já não há famílias assim. O que é hoje a família? Cada um por seu lado, pais nos lares, crianças em infantários, famílias que se formam e se desfazem. Tenho saudades desses tempos.
    Olho as fotos antigas e choro. Leio cartas antigas e choro.
    O mundo está tão diferente do meu, do nosso mundo!
    Beijinho
    Maria

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Parece que não há, Maria, algumas ainda mantém um detalhe ou outro, no aconchego, na atenção.Mas na maioria são dispersas, se desfazem e se refazem,à maneira atual.
      Minha saudade, é conformada, assim é, tento me adaptar ás diferenças de costumes.
      Um beijo, Maria,
      da Lúcia

      Excluir
  33. Essa comentário da Maria (acima) é triste, mas a pura verdade. Não há mais histórias de família como antigamente. Tenho uma tia muito querida, sabe tudo de nossa família, quando quero, vou à ela... Fico sabendo de tudo, de onde e quem foi quem.
    Gostei muito do Poema Vila Romero!! Li num ritmo como se estivesse lendo Casimiro de Abreu...

    'Oh! que saudades que tenho
    Da aurora da minha vida,
    Da minha infância querida
    Que os anos não trazem mais!'

    grande beijo, amiga.
    Tais

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. A Maria fica triste, com as mudanças, e dá mesmo saudade, muitos costumes antigos, de nosso tempo. Imagino, o gostoso que é ter uma tia que guarde na memória acontecimentos antigos da família. A "tia" da minha família sou eu e mas uns 2 ou 3 contemporâneos, irmãos e primos.
      Já fiz uma postagem com "Meus oito anos", do Casimiro de Abreu, que papai cantava os versos. Dá mesmo saudade!
      Um beijo, Taís,
      da Lúcia

      Excluir
  34. Olá Lúcia,

    Tanta informação escrita e visual. É uma preciosidade.
    A família Bezerra de Paiva tem uma longa e bonita história.
    Eram seis, depois oito, segundo entendi.
    Seu "Cupido" é bem distinto e você é uma Dama.
    Recordar é viver.
    O poema feito por seu pai, revela tanta ternura e tanta saudade.
    Parabéns para sua irmã Zélia.

    Boa semana.
    Beijos da Luz.


    afetos e cumplicidades

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Olá, Luz
      Obrigada, pelo elogioso comentário.Fico garimpando e reunindo o que descubro sobre a família, para compartilhar, por considerar importante, preservar e passar adiante os valores familiares incorporados ao longo de uma trajetória.
      Obrigada, minha querida. Volte sempre.
      Tudo de bom, beijos, da Lúcia

      Excluir
  35. Nossa, que família elegante, unida e talentosa, Lúcia! Você é muito bonita e deve ter formação em História porque maneja textos, fotos e vídeos antigos com destreza. Parabéns!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Elegante, fica por sua conta, quanto aos "talentos" reconheço que surgiram alguns que destacaram-se no mundo de algumas artes...Não tenho formação em História,apenas o interesse e amor pela família e a beleza, me movem.
      Obrigada, Ceres, um beijo!

      Excluir
  36. Olá, como está?
    Obrigado pelo seu comentário ao ebook.
    Mas, na verdade o melhor do trabalho, não é meu.
    Foi uma amiga daí, do Brasil, que compôs esse belo ebook.
    Eu não sei (infelizmente) fazer. Fiz apenas um pequeno filme (que está mais abaixo, no mesmo blog), mas não sei pôr música!
    Beijinho para si!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Estou bem Calado!
      Extraordinário, o ebook, entendi bem, li toda a composição dos artistas da equipe que elaborou o belo trabalho. Compartilhei, no FB, com a página da "Padaria Espiritual", para "curtirem" tanta beleza. Aprecio nuito o seu blog. Parabéns!
      Beijinho, para você, da Lúcia.

      Excluir
  37. OI LUCIA!
    QUE LINDO, ADOREI, AS FOTOS, AS HISTÓRIAS.
    ESTÁS LINDONA NAQUELA FOTO, COM OS IRMÃOS E SOBRINHOS.
    LINDOS OS VERSINHOS DE TEU PAI PARA A "ZÉLIA".
    ABRÇS
    zilanicelia.blogspot.com.br/
    Click AQUI

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Oi, Lani!
      São essas "coisas" que gosto de trazer,para partilha.
      Na foto, estou "vistosa", irradiada pela alegria no casamento do meu único filho, quando reuni toda a família.
      Obrigada, pelo carinho, nos elogios.
      Forte abraço,
      da Lúcia

      Excluir
  38. Parabéns a Zélia Maria! Um abraço, Yayá.

    ResponderExcluir
  39. Que lindo Lúcia!
    Que delicadeza a sua recordar com tanta ternura e detalhes, eu amei.
    E eu aqui me lembrei de coisas da época da novela, foi muito bom recordar, muito obrigada por isso também e por seu carinho a cada visita que eu adoro.
    Um beijo em seu coração tão delicado.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Olá, Maria Teresa. Tenho mesmo imensa ternura e prazer ao relembrar e contar esses pedaços de história da minha família e sempre contextualizando com fatos da época.
      Obrigada, um beijo!

      Excluir
  40. Gosto de vir aqui...Ir lendo esta bela história, ver as fotos... Encanto-me com tudo.
    Beijos.
    Élys

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. E eu gosto que você venha, Élys. Aprecio, seus carinhosos elogios.
      Beijos,
      da Lúcia

      Excluir
  41. Querida amiga

    Mais uma preciosa história,
    acompanhada de um livro
    esquecido
    em alguma parte
    de minhas lembranças
    e que agora vem a tona,
    com tuas palavras
    inundadas de vida...

    Que a sua vida seja sempre
    um tributo a esperança.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Obrigada, Aluisio amigo.

      Éramos seis, ficou na memória de muitos, mais pela novela do que pela leitura do livro. Nada contra a TV, quando fazem um bom trabalho.

      Um beijo, com afeto,
      da Lúcia

      Excluir
  42. Pedaços de vida e saudades do passado.
    Li com muito interesse e senti em cada frase o seu orgulho.
    Um beijo

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Oi, Manuel!
      A saudade do passado, está sempre presente.
      Gosto muito de "pegar" esses pedaços e compartilhar,realmente com muito orgulho.
      Beijos!

      Excluir

  43. Oi Lúcia,

    Belos fragmentos de vida aqui retratados.
    Parabéns à mana Zélia!
    Encanto-me com seu entusiasmo e amor pela história familiar.
    Você está lindona na foto.

    Beijo.

    ResponderExcluir
  44. Olá Vera, esses fragmentos são de grande significado, para mim. O entusiasmo, é bem patente.
    Quanto ao "lindona", é por sua conta, mas eu agradeço rsrs
    Beijos!

    ResponderExcluir
  45. A família é sagrada! Gostei imenso de ver as fotos. Bjs e bopa noite!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Esta, é a palavra que melhor define uma família, Rlisabete; Sagrada! Obrigada,beijos,boa noite!

      Excluir
  46. Lúcia,
    Tenho vindo aqui muita vez (acredita) mas é dificil comentar alguns posts. Não conheço a história local.

    Este é diferente. Fala da família e isso é sempre o mais importante para nós, não é? É sempre o nosso amparo, primeiro ou último, mas sempre o mais importante.

    Beijinhos

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Seu comentário, sempre, deixa-me muito contente...não importa, se se conhece, passa-se a se conhecer rsrs...
      Lá em cima a Elisabete,denominou a família de sagrada,
      é realmente o que é,não importa o lugar; ele é nosso esteio.
      Obrigada, JP, um beijo!

      Excluir
  47. Boa noite Lucia, Lí este livro e fiz um trabalho escolar a respeito, muito bom... bjs e tenha uma semana iluminada...

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Boa noite, Lo! Foi um livro super lido. Interessante,você ter feito um trabalho, estava nos chamados "paradidáticos" da sua escola.Que bonito!
      Obrigada, por vir sempre...beijos!

      Excluir
  48. Que lindo poder ver e participar da leitura dos teus escritos e a história da vida real,isso é muito gratificante...vejo que sua história é muito rica de detalhes...
    Vindo aqui aproveito para te convidar para apoiar juntamente comigo o OUTUBRO ROSA,incentivando as pessoas conhecidas a fazer o exame de mama, prevenindo do câncer que é responsável por 52.680 novos casos no Brasil neste ano!Quero que você esteja junto comigo nesta luta,apoiando esta causa. Vamos a cada dia plantar esta ideia na cabeça das pessoas...EU, do blog FOLHAS DE OUTONO,agradeço todo o apoio E comentário deixado lá em prol da minha nova postagem.Peço que ao passar leve uma mensagem de positividade.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Olá, linda escritora, Severa! Venha sempre participar das leituras do que aqui escrevo, o prazer é enorme.
      Obrigada, por vir e pelo convite aí expresso. Essa campanha OUTUBRO ROSA é louvável, irei com certeza. Sigo todas essas condutas e incentivos às mulheres que estão a minha volta. Irei,lá, esteja certa, e deixarei a minha mensagem, como sempre faço.
      Obrigada, forte abraço!

      Excluir
  49. Uma linda hoistória familiar muito bem contada por você.
    Sei da importância dos registros do passado.
    O livro "Os Linhares", que fala de todas as gerações da minha família, é uma viagem ao passado, por isso, eu e minha irmã estamos atualizando.
    Um belo post e maravilhoso blog o seu.

    Bons Dias!

    Obrigada pela visita e comentário no meu blog.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Que bom, Marina, você veio e gostou, obrigada.
      É muito importante, reviver o passado, contando os fatos que nos marcaram na vida. Gostaria, de conhecer o livro "Os Linhares", aqui no Ceará, conheço alguns dessa família. Parabéns, a você e à sua irmã, pelo trabalho de pesquisa genealógica.
      Tenha uma boa noite. Beijinhos, da Lúcia

      Excluir
  50. Bela homenagem a sua família...Espectacular....
    Cumprimentos

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. É pelo amor, que é imenso.
      Obrigada, Chana,pelas palavras.
      Um abraço!

      Excluir
  51. Todos os posts têm sido fantásticos, mas talvez porque este te envolva mais diretamente torna -se mais "sensitivo".
    A forma como descreves todos os irmãos e teus pais é de uma grande ternura. As fotos a preto e branco recuam-nos com elas no tempo. e que linda família! Sabes Lúcia, também somos seis! E minha mãe perde / ganha tempo sem conta a ver as fotos em que éramos 8 ( meu querido pai já partiu!) e as que vieram daí com toda a Teresopolis onde ainda existe hoje uma praça e penso que uma rua com o nome de familia "Regadas" como a Leninha o confirma. Tempo que vais e não voltas...
    Ah! E teu pai era um poeta! Não admira a tua veia artística!
    Muitos parabéns
    Grande abraço

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Manu querida, já tinha lido este seu comentário mas, só hoje vim responder...
      É imensa a minha ternura, realmente, é inegável pelo que deixo transparecer. Bom saber de sua mãe, se deliciando em ver álbuns de família,que nem eu. Então, a Leninha, já confirmou a existência da praça com o nome da sua família "Regadas"...que legal!

      Obrigada, amiga, pelo carinho, nas palavras.
      Forte abraço!

      Excluir
  52. Gosto de sentar nesta cadeirinha e viajar com voce neste rico de historias tão resgatada a cada passo por voce.Muita bem ilustrada Lucia sua postagem que a gente sente que ja viu e ou fica viajando nelas.Raiva de ver este ataque de inconsequentes à estatua de Cupido.
    Muito Lucia esta aqui com voce.
    Um belo domingo de paz e luz.
    Meu terno abraço com admiração.
    Bjo no seu coração.
    Grato sempre amiga.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Que bom, saborear as suas carinhosas palavras, Toninho!
      Gosto de ilustrar para que a "viagem" se torne mais real. Dá mesmo raiva o vandalismo que se observa por toda parte, especialmente no patrimônio histórico.
      Obrigada,querido amigo. Volte sempre.
      Meu afetuoso abraço.

      Excluir
  53. Tal qual nosso amigo Toninhobira, já tomei gosto por me sentar nesta cadeirinha! Querida Lúcia, por várias vezes já a comentei, mas ainda estou engatinhando neste ofício de "blogueira" (rsrs). Vi que meus comentários não aparecem por aqui, também enviei e-mails que retornaram. Não há problemas, penso que agora acertei a dificuldade. Veja, este texto de sua págia "Éramos Seis" me fez viajar a minha infância e adolescência. Lembro-me de ter chorado, quando da primeira leitura do livro e também me lembro de não ter perdido sequer um capítulo da novela, versão SBT. Irene Ravache muito me emocionou com aquele espetacular trabalho! Muito agradecida, por me dar a oportunidade de novamente vivenciar coisas tão emocionantes. Li sobre sua família e a parabenizo por tão maravilhosa história de vida. Abraço e venha tomar o café da manhã comigo, neste domingo!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Oi, Dalva! Que bom, ter você aqui, comentando com tanto carinho e interesse.Lamento os e-mail's terem voltado e pela dificuldade de registrar os comentários.
      Meu e-mail da bol foi bloqueado.Vou a seu blogue deixar meu novo e-mail.
      Perdoe, só hoje vi este seu comentário.

      Obrigada, pelos elogios . Fico feliz.

      Um grande abraço, feliz semana!

      Excluir
  54. Oi Lúcia, conheço a novela, e agora estou conhecendo mais um pouco de você nessa história de sua família. Gosto muito de voltar no tempo, remexer nos baús encontrar fotografias, e aqui você o fez tão bem que me senti lendo um poema cheio de saudades. Parabéns
    A propósito, meu marido é cearense de Crateús, conheço algumas pessoas aí de Fortaleza também por Sobrenome Bezerra,amigos de meu marido desde a infância.
    Um dia irei conhecer Fortaleza.
    Um grande abraço.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Lourdinha,só agora li este seu comentário.
      Que bom, que tem gostos semelhantes ao meu, nessa "coisa" de recordar, de saudades. Ocupo muito o meu tempo com pesquisas e remexendo no baú da memória. Tudo isso, é mesmo um maravilhoso poema, é vida vivida e muito querida...
      Gostei de saber que seu marido é cearense.Os Bezerras são muitos,mas quem sabe esses amigos de infância de seu marido, são meus parentes: a pesquisa rsrs...

      Venha, à Fortaleza, estarei aguardando!
      Um forte abraço!

      Excluir
  55. Nossa! Juro que chorei,Suas lembranças entremeadas com a comovente hist´ria do livro( chorei muito na época que o li, Também assisti a novela)torna ainda mais tocante e linda sua homenagem a irmã, especialmente com tão lindo e saudoso poema do teu querido pai. Adorei, sem palavras..
    Beijo e Luz!
    Ana

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Vim rever as minhas postagens de outubro e vejo que não respondi ao seu comentário,Ana Coeli, o que sempre faço.
      Obrigada, por estar sempre aqui, com seus elogios e carinho. Éramos seis, foi mesmo lindo, tanto que contextualizei com a minha vida...
      Beijos, amiga,
      da Lúcia

      Excluir
  56. Ai que postagem maravilhosa!!!! Minha mãe sempre se refere ao nosso grupo familiar, antes dos filhos se casarem e da chegada dos netos, como a época em que "éramos seis". Essa é uma referência como divisor de águas em nossas vidas. Ela costuma dizer que o comando era dela quando o grupo assim se formava (meus pais e os quatro filhos),rsrsr. Na verdade não percebe que é assim até hoje.
    Esse romance foi lido, relido, novela assistida 1ª e 2ª versão por toda a família...
    Linda homenagem a sua família vi em cada cantinho da postagem e imagino quantas lembranças tudo isso trouxe ao seu coração. É um prazer ter tanta coisa boa pra lembrar, né?
    Estou ocupando muito espaço na sua cadeirinha hoje, já comentei em todo lado... vou deixá-la descansar no balanço das lembranças.
    Bjks

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Você sabe, Guidinha, que sempre respondo os comentários, mesmo bem depois...
      Como sempre, o seu é rico em nuances de carinho e de leitura cuidadosa da postagem. Éramos seis, as duas versões, foram encantadoras.
      Obrigada, amiga, por estar sempre aqui. Vi que nesta data, foi tudo posto "em dia".
      Ocupe sempre muito espaço...adoro seus comentários, amiga.
      Beijos

      Excluir