sábado, 9 de julho de 2011

LUTAS : BRIGADEIRO X Prof. BRITO PAIVA

(IN)SAGA DE UMA FAMÍLIA (VI)
No início do século XVI, foi implantada a aldeia indígena Gramació
na região sul do Rio Grande do Norte, limítrofe com a Paraiba. No
período de 1743 a 1745 foi construida a Casa da Câmara e cadeia
(edificação que vemos, na foto). Em 1762 a aldeia de Gramació foi
elevada à condiçao de vila, passando a se chamar Vila Flor.
(Foto: Elizete Arantes, do "blog da Professora Elizete")

Capela da antiga aldeia de Gramació, construida no período de 1743
a 1745, de evocação à N. Sra. do Desterro. Foi reedificada em 1843.
O nome Vila Flor, foi colocado, quando a aldeia Gramació foi elevada
à vila, em homenagem a um distrito de Bragança, Portugal.  Estava
ordenado, pela Carta Régia de 3 de janeiro de 1755, que os aldeamentos
indígenas, que se transformassem em vila, passassem a ter nomes de 
comunas portuguesas. Vila Flor- RN - Brasil...
(Fonte: férias.tour.br.-O Seu Portal de Turismo)....
(FOTO: Elizete Arantes, do "blog da Professora Elizete).
A parte térrea, da antiga Casa de Câmara e cadeia,
é toda rodeada de belos arcos.Nela, hoje, funciona um
Centro Cultural ,com Biblioteca e Museu.
Vila Flor- RN- Brasil.
(Foto;Zilsom José Soares)
Açude, em Vila flor- Rio Grnde do Norte- Brasil. Fico a imaginar
 meus familiares, como bisavós, avós e tios-avós, que aí viveram,
até nasceram, usufruindo dessa beleza de açude....Quem sabe,
minha bisavó lavou roupa, em suaas margens....E o banho!!!!
(Foto: Cristiano Marcos da Silva-  no Férias.tour. br.)

O mesmo açude da foto acima, com a estrada  carroçável à vista.
Não conheci este açude, quando estive em Vila Flor. Na próxima,
este açude  não me "escapa" rsrsrs... Parece muito bonito.
(Foto: Cristiano Marcos da Silva - no Férias.tour.br.)
Em capítulo anterior, o ACTAS DIURNAS(II), de 18/06/2011
postei este mesmo mapa, em forma de um "elefantinho", cuja
"mancha" vermelha, lá, é Cnaguaretama. Nesse, a "mancha"
vermelha é Vila Flor. Comparando, as localizações das
duas "manchas" vermelhas, se tem a nítida ideia da
pequena distância entre os dois municípios.
(Mapa: Rio Grande do Norte - Vila Flor- Brasil)
(Foto: Wikipédia)
Este belo jovem, é meu querido amigo
Galvão- Historiador/Pesquisador
Prof. Francisco Alves Galavão Neto,
filho de Canguaretama. Galvão conhece,
profundamente, a história de sua cidade
e de seu Estado, RN. Encontrei-o, em 2007
e, não fora êle, não teria avançado, em tempo
tão recorde, nas minhas pesquisas locais. Foi
Galvão, quem  me levou para conhecer o Engenho
Tamatanduba e me indicou uma rica referência
bibliográfica, sobre o Cunhaú, Tamatanduba, Vila Flor
e Canguaretama. Aqui, registro minha homenagem, a ele, e
agradecimento pelos seus imensos préstimos e gentilezas...
(Foto: do blog História de Canguaretama, do
Prof. Francisco Galvão)


Este, da foto, é Antônio Gomes da Rocha Fagundes (1896-1982).
Mais conhecido por Prof. Fagundes, ele nasceu em Canguaretama,RN,
sendo autor de vários lívros sobre a historia de sua cidade e do
Rio Grande do Norte. Meu amigo Galvão, que apresentei acima,
levou-me à Biblioteca Municipal de Canguaretama- RN, fazendo
cópias de um impresso, de autoria do Professor Fagundes,o qual
nunca fora publicado - NOTAS SOBRE CANGURETAMA-
onde consta, dentre outros fatos e biografias,  a biografia
do Brigadeiro Dendé Arcoverde, a do Prof. Brito Paiva
 e AS LUTAS ENTRE O BRIGADEIRO E ANTÔNIO
PEREIRA DE BRITO PAIVA. Lancei mão, dos escritos, para
a postagem de hoje.(FOTO: do blog História de
Canguaretama, do Prof. Francisco Galvão)

Agora, que os leitores desta SAGA, já conhecem, bastante bem, o caráter de Dendé do Cunhaú, traçado por Câmara Cascudo, nas
Actas Diurnas aqui publicadas nas postagens anteriores, lança-se
mão, para a publicação de hoje,dos escritos de Antônio Gomes da Rocha Fagundes, o Professor Fagundes,
"Notas sobre Canguaretama", para  que passem a conhecer um
pouco, também, do perfil psicológico de Antônio Pereira de Brito
Paiva, o Professor Paiva, cujo pai, Vicente Ferreira de Paiva,
meu bisavô paterno, foi assassinado a mando de Dendé Arcoverde,
mais conhecido por "Brigadeiro".
Seguindo-se, ao perfil do Prof. Paiva, será transcrito um trecho,
desses mesmos escritos, acerca das lutas travadas entre
o Brigadeiro e o Prof. Paiva.
Ao final do capítulo de hoje, os leitores saberão como transcorreram os últimos dois dias, de vida,  do terrível Dendé...

ANTÔNIO PEREIRA DE BRITO PAIVA

Nascido em Vila Flor a 25 de setembro de 1811, Antônio Pereira de Brito Paiva abraçara o magistério primário.
Deve ter lhe falado bem alto a vocação para esse mister, de tão
exíguas compensações, tanto materiais quanto sociais. Fora nomeado para escola de sua terra-natal. Devia fazer jus aos vencimentos a mais de trezentos mil reis, gorda recompensa por um traballho de tamanha impotância político-social.
A nomeação fizera-se a 4 de julho de 1838 e a posse verificou-se tres dias depois. A 15 de outubro desse mesmo ano, estava removido para
Apodi. Sendo a nomeação para Vila Flor, o nosso mestre escola  deixou-se ficar e não tomou conhecimento do ato da remoção.
Em agosto de 1843(*) foi removido para Campo Grande, hoje  Augusto Severo.
 Tratava-se de perseguição política, porquanto,
pertencendo ele ao Partido Liberal (Luzias) teria de ser transferido todas as vezes que o Partido Conseravador (Saquaremas) galgasse o poder. Brito Paiva  não obedeceu, também, ao segundo ato de remoção. Espírito de boa têpera, não se curvava às injunções dos adversários.
Resolvendo dedicar-se à agricultura, instalou-se em Tamatanduba, do atual município de Pedro Velho, numa propriedade que limitava com o engenho Cunháu e lá passou a desenvolver atividades agrárias.
Crescendo-lhe a familia(**), evidenciou que
que o meio rural não era propício à educação dos filhos, cujas idades estavam reclamando ambiente mais amplo e de maiores possibilidades sociais e culturais. Emigrou então pra o vizinho Estado do Ceará, fixando-se em Fortaleza.
Inteligente e operoso, fez bonita figura na política do estado vizinho onde foi vereador, Intendente por várias legislaturas(***),
cargo correspondente hoje a prefeito.
Solicitador e advogado, sempre fiel aos seus princípios partidários, desenpenhou-se com eficiência em todas as funções para as quais fora convocado.
Pelos bons serviços prestados às causas públicas, recebeu a comenda de Cavaleiro da Ordem de Cristo.
Educou os filhos e os viu atingir a postos elevados em meio da sociedade alencarina. Joaquim Olimpyo de Paiva, um deles, chegou a ser desembargador da côrte do Ceará, o outro, Vicente Osório de Paiva, foi deputado federal e veio a falecer no posto de marechal do Exército nacional.
De sua permanência em Tamatanduba, o Rio Grande do Norte conserva a memória das hostilidades do Brigadadeiro, senhor do
engenho Cunhaú, de quem se constituira inimigo irreconciliável.
Brito Paiva faleceu em Fortaleza, a 22 de julho de 1901, depois de tão propícias e eficientes atividades políticas e sociais na terra de José de Alencar, com as quais tanto soube honrar e dignificar a terrinha modesta de seu nascimento.

*******

NOTA: Os asteriscos(*), no texto do Prof. Fagundes, acima
trascrito, foram colocados por mim, para correção, tendo
por base os escritos de meu pai, que lhes foram transmitidos
por seus ascendentes. Com a continuação da SAGA, ainda a
ser narrada, essas questões, de "datas" e "filhos", de Brito Paiva,
ficarão melhores esclarecidas...

 (*) A data 1843 não é correta. Brito Paiva já morava no
Engenho Tamatanduba, quando seu pai foi assassinado a mando
de Dendé do Cunhaú, em 1842. Em 1843, já teria emigrado
para o Ceará, por recear nova emboscada...
(**)Brito Paiva, não possuia filhos, nem era casado, em Tamatanduba. As crianças, citadas por Antônio Fagundes, eram
seus irmãos menores, nascidos do 2º casamento de seu pai.
(***) Brito Paiva foi Intendente, de Fortaleza, em apenas uma legislatura.

*******
AS LUTAS ENTRE O BRIGADEIRO E ANTÔNIO PEREIRA DE BRITO PAIVA

A fama do atrabiliário Dendé Arcoverde corria pelas circunvizinhanças de Cunhaú. Forte, arrebatado, valente, não renunciava um só desejo, por mais extravagante e pernicioso, fossem quais fossem as consequências.
Vivendo ao fausto, cercava-se no engenho de criminosos, aos quais dispensava agasalho e proteção, Aquele, cometesse um crime, dele se aproximasse solicitando proteção, estava garantido.
Ninguém ousava reclamar-lhe.
Era notório que o nome do brigadeiro aterrorizava cinquenta léguas em derredor ao mesmo tempo em que se tornava escudo para os que tencionavam dele se valer. No limite do Cunhaú ficava a propriedade Tamatanduba, do atual município de Pedro Velho, pertencente(*) ao professor  Antônio Pereira de Brito Paiva.
Por quesões de terra, os dois vizinhos se desavieram, nascendo daí uma intriga ferrenha, das mais imprevisíveis consequências.
Cada um possuia numeroso bando de guarda-costas bem armados, valentes, decididos, dispostos a qualquer eventualidade. Quando menos se esperava, surgia a notícia de uma façanha, culminando na morte de um cristão.
Nas feiras e nas festividades comuns na região, nas festas populares de Natal e São João, batiam através de seus cabras , como se constituissem exércitos em defesa de causas ante o direito dos povos. Não havia possobilidade de acordo. Adepto de um lado estava tacitamente condenado pelo outro. em defesa do "senhor" e de sua honra, os guarda-costas não mediam dificuldades, tudo faziam sem pesar as consequências.
Frequentes eram as emboscadas de um e de outro lado. O próprio brigadeiro dela livrou-se, por algumas vezes, graças ao seu cavalo predileto, ágil, corredor, veloz.
Na estrada entre Tamatanduba e Cunhaú, havia uma mata mais ou menos espessa - a Mata das Varas - em cujas margens ocultavam-se os cabras , sempre dispostos para emboscadas. A estrada somente poderia ser atravessada em  condições especiais. Quem quer que por ali trnsitasse, cavaleiro ou pedestre, devia ir cantarolando, assobiando, ou mesmo aboiando como se tangesse gado. do contrário corria o risco de ser alvejado por um dos pistoleiros e, sem tardar, o grupo descia do mato, exterminando. Os grupos rivais, postados de cada lado da estrada, à espreita de um inimigo, não tinha complacência com aqueles que cedo não se identificavam pessoas amigas.
Aquela região tornou-se o pavor dos pacíficos transeuntes, ali forçados a passar para o atendimento das frequentes atividades da vida do campo, à qual se dedicavam. Assim passaram os anos de 1938 a 1844.
Somente depois que Brito Paiva emigou para o Ceará, o grupo de Tamatanduba dispersou-se. Daí, então, resultou a tranquilidade entre os habitantes daquela região, os quais passaram a render homenagem, obediência e respeito, ao nome colérico e impulsivo, atrabiliário e desumano brigadeiro de Cunhaú.

*******

OS ÚLTIMOS DIAS DO BRIGADEIRO

(.........) Por volta de 1856, frei Serafim de Catânia pregava missõs naquelas paragens. O frade procurou Arcoverde. O Brigadeiro, o terrível Brigadeiro, rendeu-se ao frade que usava armas das quais a ninguém é dado ter conhecimento. Qunado frei Serafim deixou Cunhaú, Dendé rompeu com todos os seus hábitos e preparou-se para morrer. Dispensou todo o séquito de homens em armas, mandou as mulheres(*) para a Baía Formosa com seus filhos. Em 12 de março de 1856, ditou o seu testamento, e  entregou ao senhor Amaro Carneiro Bezerra Cavalcanti, a quem nomeou testamenteiro e tutor de seus filhos menores.
Em 1856, o Rio Grande do Norte passou a ser governado pelo doutor Bernardo Machado da Costa Dória, magistrado, enérgico, sisudo. Mandou recolher à prisão vários criminosos que se encontravam soltos, homens fora da lei que permanecia à vista das autoridades sem que os pudessem prender.
A diligência mais importante era a de prender o Brigadeiro Arcoverde, em Cunhaú, homem poderoso, pertencente a grande família, faustoso, porém acusado de haver assassinado muitos infelizes, inclusive sua própria mulher, um irmão e um filho.
Diz a tradição que uma tropa saiu de Natal, sob o comando do próprio Chefe de Polícia, doutor Luis José de Medeiros. Chegando a Cunhaú à tarde, o doutor Medeiros pediu agasalho, alegando necessidade de oferecer repouso aos soldados a fim de prosseguir viagem até Paraiba.
Os viajantes foram recebidos fidalgamente, como era comum fazê-lo a todos que alí chegavam. O Chefe de Polícia foi hóspede do próprio Brigadeiro, enquanto os soldados ficaram alojados nas residências dos empregados e moradores do engenho. Na manhã seguinte, pretestando fadiga, o Chefe de Polícia não viajou. Visitou o engenho e suas dependências, plantações em companhia de Dendé. Demorou-se alí durante dois dias.
O Brigadeiro compreendeu do que se tratava e, no segundo dia, após a ceia, disse ao Dr. Medeiros: - "Senhor Chefe de Polícia, já não sou o Brigadeiro Arcoverde, sou uma sombra dele. Se o Sr. tivesse vimdo há um ano passado, teria outra recepção, mas eu não sou mais nada. Não posso e não quero resistir. Amanhã pela manhã o senhor me verá". E recolheu-se. Vestiu a farda de gala com dragonas de ouro e ramalhetes enfestonados na casaca, calçou as luvas brancas e bebeu cianureto.
Pela manhã do dia seguinte encontraram-no morto. Era o dia 26 de julho de 1857. Foi sepultado na capela do Cunhaú, junto do altar-mor, na cova em que, vinte e dois anos antes, fora sepultada a sua esposa.
Refere a tradição que à notícia da morte do Brigadeiro dispersaram-se os habitantes das casas do engenho.
Estava cumprida a diligência, extinguindo-se, desse modo tragicamente, a vida do atrabiliário representante da faustosa família Albuquerque Maranhão e, com ela, o poderio de Cunhaú tão retumbante e disseminado durante dezenas de anos.


*******

NOTA:(*) Dendé Arcoverde viveu, simultaneamente, com três mulheres, tendo tido, com cada uma delas, duas filhas, num total,
portanto, de seis filhas. Todas as filhas foram legitimadas e
beneficiadas em seu testamento.

*******

Amigos leitores, a próxima postagem terá como título "EMBOSCADA EM PEDRAS DE FOGO"(IN) SAGA DE UMA
FAMÍLIA. Foi na Pariba, a emboscada que atingiu mais uma "infeliz"
vítima de Dendé do Cunhaú : Vicente Ferreira de Paiva, português, que seria meu bisavô paterno...eu nasceria 100
anos depois do crime (1842-1942) e viria, aqui, contar a história....169 após a  fatal emboscada...em  PEDRAS DE FOGO...



Preciso ir agora................................mas eu volto, um abraço!

59 comentários:

  1. Que lindas fotos novamente e tudo tão bem trazido aqui que só podemos nos encantar.

    Linda saga essa! Cada vez mais! beijos,tudo de bom,chica

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  2. Lúcia

    A minha ignorância sobre a História e Histórias do Brasil é notória. Mas agradam-me os teus relatos e aprecio muito as Imagens que ilustram o teu Texto.

    Beijo
    Bom fim de semana

    SOL da Esteva

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  3. Fiquei a conhecer mais um pouco da história do Brasil.Grato pela patilha.

    Beijo.

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  4. A terra potiguar é linda, daí as belas
    fotos. A saga, é contada com toda emoção,
    porque também me encanta. Obrigada, Chica,
    por estar sempre presente, com seus comentários.
    Beijos feliz domingo.

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  5. Agora, Sol, voce já não está tão "ignorante"
    rsrsrs...vindo assiduamente ler meus posts...
    Obrigada, por suas palavras.
    Beijo

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  6. Olá, Manuel, obrigada, por
    ter vindo, volte sempre.
    Beijo

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  7. Você é uma historiadora excelente. Um abraço, Yayá.

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  8. Oi, Lúcia sempre que puder por cá estarei.

    Beijo e esteja descansada ,por vezes o tempo é escasso.

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  9. Não chego nem perto, à excelência,
    Yaiá, mas me esmero bastante, para contar
    "direitinho" a história familiar...
    Beijos

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  10. Aguardarei sempre voce, Manuel,
    sabedora da escassez de tempo..rsrs...
    Um abraço

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  11. Querida Lúcia
    E 100 anos depois nasce vc com a incumbência de trazer ao nosso conhecimento essa saga incrível de seus antepassados.
    Discurso fluido, como é seu apanágio, e lindas fotos a ilustrar... assim se consctroi mais um capítulo cheio de aventuras.

    Bom resto de domingo. Beijinhos

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  12. Querida Lúcia

    Não consigo comentar aqui, nem no meu blog.Já estive aqui ontem à noite e agora também tentei fazê-lo.Vou deixar apenas estas palavras...Vamos lá ver se consigo publicá-las.

    Voltarei...

    Olinda

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  13. É, Mariazita, uma incumbência, que tomei a punho,
    que realizo com enorme satisfação. A fluição, é
    mais dos historiodores, eu apenas pinço as partes mais importantes e interessantes. Quando vier ao Brasil,visite essa região...é mesmo linda. A aventura continua, porque a saga foi intensa...
    Boa noite, de domingo, e boa semana
    beijinhos

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  14. Olinda, querida, o blogger continua aplicando
    peças do gênero. Já vistei alguns ontem e hoje e
    ocorre a não publicação.
    Obrigada, pela presença e tentativas...
    Beijinhos

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  15. Hoje eu sei quem luta pode vencer,
    Ousar é a melhor maneira de vencer
    SE VOU VENCER SO DEUS SABE MAS DESISTIR NUNCA.
    Enquanto houver vontade de lutar haverá esperança
    a mim interessa sómente o
    futuro onde vou morar.
    Sei que parada não posso ficar
    nem ter medo do futuro chegar.
    Não posso passar todo tempo murmurando
    e desanimando meus amigos e amigas.
    E sim passando coragem e dizendo
    lute pela vida..Vale a Pena Viver..
    Um lindo final de Domingo
    beijos no coração ,,Evanir.
    Morre a tristeza nasce a esperança.

    Hoje eu sei quem luta pode vencer,
    Ousar é a melhor maneira de vencer
    SE VOU VENCER SO DEUS SABE MAS DESISTIR NUNCA.
    Enquanto houver vontade de lutar haverá esperança
    a mim interessa sómente o
    futuro onde vou morar.
    Sei que parada não posso ficar
    nem ter medo do futuro chegar.
    Não posso passar todo tempo murmurando
    e desanimando meus amigos e amigas.
    E sim passando coragem e dizendo
    lute pela vida..Vale a Pena Viver..
    Um lindo final de Domingo
    beijos no coração ,,Evanir.
    Morre a tristeza nasce a esperança.
    Feliz semana amiga.

    ResponderExcluir
  16. Lúcia...

    Parece que o temível Brigadeiro tinha consciência de seus atos. De certa forma previra o seu fim, pelas providências tomadas.

    Seu relato está ficando cada vez mais cativante.

    Abraço.

    ResponderExcluir
  17. Obrigada, Evanir, pela
    mensagem de otimismo...
    Desejo-lhe um feliz semana.
    Um abraço

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  18. Olá, Clóvis
    Também acho que ele tinha consciência de seus
    atos. O relato leva a crer que ele plejou tudo.
    No entanto, nunca se saberá se houve arrependimento.
    Que bom que está cativando, só não sei se todos rsrsrs...
    Beijo

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  19. Lucia
    Sua história é muito mais interessante que a nossa , apesar de iniciarmos em Portugal também.
    Eu adorei ver o que escreveu sobre meus diarios.
    sua amiga que lhe tem muto carinho Mônica

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  20. Querida Lucia, estou em viagem.. Na volta te visito com calma!
    Bj Ma Ferreira

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  21. Olá Lúcia

    Que história linda, cada dia que passo aqui eu aprendo um pouquinho mais de história, principalmente da forma como vc escreve que encanta.

    Beijos e boa semana pra vc!!!

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  22. Moniquinha, prima querida, quero crer que
    essa história também é sua, tenho a impressão
    que meu bisavô era irmão do seu trisavô...vamos
    pesquisar...Obrigada, pelo carinho, o meu
    é recíproco, ao seu...
    Beijinho

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  23. Boa viagem, Ma, aguardo
    a sua volta <<<<
    Beijos

    ResponderExcluir
  24. Oi, Claudia, essa história tem um
    pouco de drama e trama,e, parece,
    está agradando a muitos, talvez por ser
    verdadeira e contada com grande interesse.

    Tenha um aboa semana, beijos...

    ResponderExcluir
  25. Noossaaa...quanta história e que histórias!
    Já lhe disse que gostaria muito de resgatar a história dos meus antepassados, mas os documentos são esparsos (quando existem) e são muitas as dificuldades. Por isso te admiro pela perseverança em vasculhar tudo que te pertence.
    Parabéns querida amiga Lucia e obrigada por nos proporcionar histórias e imagens encantadoras.
    Grande beijo.
    Rosa

    ResponderExcluir
  26. Admiro a sua perseverança, cada dia aprendo um pouco mais da sua história.
    Beijinho e boa semana.

    ResponderExcluir
  27. Que prazer imenso, Rosa, seus comentários
    me trazem. Não encontro muita dificuldade
    porque meu pai deixou parte do caminho aberto.
    Sou perseverante sim, gosto de ir em buscas das
    histórias passadas, dos meus. Fico grata,
    pelo carinho e interesse.
    Beijinhos

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  28. Que bom, Nita, venha sempre,
    agradeço sua carinhosa visita
    e comentário...beijos!

    ResponderExcluir
  29. É bom vir até aqui e aprender um pouco mais. Você tem uma narrativa que encanta e as fotos complementam o nosso encantamento

    ResponderExcluir
  30. Querida Lúcia,estou de volta após um período de reclusão à mercê do Sr Blogger,O Brigadeiro dos tempos modernos...continuo fascinada por tuas histórias e,se eu ainda tivesse um fogão de lenha,seria ao seu pé que leria as tuas sagas.
    Já lhe falei que a família de minha mãe tem também histórias como as tuas,reunidas em um livro,mas este desapareceu em uma de nossas mudanças.Vou procurar com algum parente e tentar
    relatar as aventuras dos Novais,de Minas Gerais.
    Bjssssss e muito carinho da amiga,
    Leninha

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  31. Fico feliz, Élys, se está mesmo ocorrendo
    aprendizado, faz parte do meu mister...
    Agradeeço, suas acalentadoras palavras.
    Um abraço, amigo

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  32. Leninha, querida, encontre o livro dos
    Novais das Gerais, traga pra gente...será
    uma boa "pedida". O blogger é mesmo traiçoeiro,
    vilão, aponta grandes ciladas à moda do Brigadeio. Obrigada, amiga, pelo carinho.
    Beijos

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  33. tá ficando boa nisso, as histórias estão cada vez mais interessantes. Só estranhei terem sepultado o corpo de um suicida na capela, a santa madre igreja católica não admitia isso de jeito nenhum. O que talvez explique era o fato de que a capela estava numa propriedade particular, é isso?
    bjs

    ResponderExcluir
  34. Querida Lúcia

    Dizia-lhe há dias, num comentário que não consegui publicar,que adorei as imagens e as legendas que documentam este post e, na actualidade, em relação àquilo que nos vai contando.Gostei de ver o belo moço historiador e os seus predicados e também o outro senhor que vem a seguir, na foto.Li também com muito interesse a nota introdutória à história do Senhor Paiva e do Brigadeiro, história essa que me proponho a ler, logo de seguida.

    Mas antes de perder o meu latim irremediavelmente, vou ver se consigo publicar o que acabo de escrever, depois continuo...porque o seguro morreu de velho.

    Beijinhos.

    Olinda

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  35. Espírito voluntarioso e defensor dos seus ideias, o Senhor Brito Paiva, bom pai, bom cidadão.Depois da ida dele para o Ceará penso que deixou de haver quem fizesse frente ao Brigadeiro.Embora a 'paz' reinasse,este agora já podia fazer o que quisesse, sem olhar a consequências.Até na morte Dendé Arcoverde demonstrou uma certa cobardia, suicidando-se.Não se deixou ficar à mercê da justiça dos homens...

    Vou seguindo esta empolgante história...contada por uma senhora (muito simpática e competente) chamada Lúcia e que nasceria 100 anos depois...

    :)

    Beijinhos

    Olinda

    ResponderExcluir
  36. Lúcia, querida, encontrar alguém apaixonada é uma dádiva, isso esbanja vida e conhecimento, porque nos aprofundamos na paixão, na intensidade, vc nos traz o que é nosso para perto e isso nos faz amar mais nossa história, o conhecimento, fundamenta, ja salvei no arquivo, preciso repetir a leitura e guarda-la, são tesouros que vc nos proporciona,obrigada, parabens!!bjo, obrigada pelo carinho, bom dia!

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  37. É, Fátima, sempre soube que "a santa madre igreja católica" proibe a celebração de missa para o suicida. Não sei se houve alguma mudança, nesse absurdo. Quanto ao sepultamento, do Brigadeiro,só ocorreu na capela do Cunhaú por ser particular, e do próprio suicída. Em igreja de paróquia, possivelmente, não seria permitido, como ocorre com a missa.Talvez, até, houve missa.
    Boa observação, amiga.
    Beijos

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  38. Olinda, querida, a sua análise é mais que perfeita, com relação ao Dendé. Também com relação ao meu tio avô, Brito Paiva. Papai
    falava com muita admiração, sobre o "tio Antônio", papai menino o visitava, na velhice do tio. São sentimentos que "herdei" sobre essas ocorrências passadas. Sinto-me bem ao passá-las adiante.
    Obrigada, amiga, seus comentários são de grande importância para mim, pelo que percebo em seu interesse.
    Beijinhos.

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  39. A palavra é mesmo esta, Eva: paixão. É a paixão
    que vem me impulsionando a continuar na busca de mais informações, de mais elementos que componham a fidelidade dessa história. Semtre pensei em escrever essa história. Tenho parte na memória e parte nos livros dos historiadores e nos escritos de meu pai. À medida que faço um post, vou organizando o material para o próximo capítulo...que nem novelista, apenas a história a narrar é real e é nossa própria história.

    Fico grata, pelos ricos comentários que venho recebendo, seu, Eva, e d tantos outros...
    Beijinhos

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  40. Lucia
    Primeiro quero agradecer de voce comentar no meu espaço. Percebeu que sou desligada e quase nunca leio os comentários dos blogs onde comento.
    As vezes minhas irmãs me mostram que comentei nada de acordo com o texto.
    Sou feliz por ter amigas e amigos tão simpaticos e compreensivos.
    com carinho Monica
    Meu tio já está no quarto e começando a perceber a situação!

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  41. Oi, Mônica, nada a agradecer. Comento, no seu
    espaço porque gosto e sou sua seguidora, do mesmo
    jeito que vc comenta no meu e é minha seguidora assídua. Está tudo OK, nada fora do contexto.
    Estimo por seu tio já estar no quarto. Ele vai entender, a situação, e aceitar...
    Um beijo

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  42. Olá querida Lúcia!
    Estou em falta com as visitas a essa cadeirinha, mas hoje consegui me alojar em outro computador pelo menos por um tempinho maior... Cada pedacinho de suas postagens me faz viajar por esse país a dentro e sentir a beleza de seu povo com histórias peculiares de suas regiões. Pena que tenhamos pouca gente fazendo registros tão maravilhosos assim. A mudança do contexto escolar deixa uma lacuna sem fim no conhecimento dessas maravilhas.
    Me sinto privilegiada em ser sua seguidora e ter a oportunidade de aprender tanta coisa. Isso tudo porque gosto de história de gente real e não desse faz de conta da realeza.
    Esse blog me é muito especial. Sou apaixonada por me sentar nessa cadeirinha e me deixar conduzir pelos caminhos em que ela me leva. Fico muito grata pela gentileza de me permitir essa grande viagem pelo conhecimento transmitido com tanta clareza e paixão.
    Bjks no coração
    Renata http://cercaviva.blogspot.com/

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  43. Oi Lúcia!
    Quem gosta de história, lê a do >Brasil, como lê a de Portugal.
    Gosto de História e gosto de histórias, duas coisas totalmente diferentes, mas estou sempre atenta.
    hà quem acredite e outros não acreditam na História , mas eu acredto, todo o Povo tem a sua fundação e daí o começo da sua História.
    Até breve
    Herminia

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  44. Querida Lúcia, o nosso Brasil é um país jovem mas tem uma história maravilhosa para ser contada. E a sua é fantástica, acho que caberia sim em um livro. Eu também sou do Ceará neta de português, imagine tenho histórias ótimas, mas acho que não tenho habilidade para escrever um livro. Quando vi o açude deu uma saudade, dentro da fazenda do meu pai tem um açude assim, acho que tem no meu blog tem uma foto.
    Adorei chegar até aqui na sua Cadeirinha de Arruar.
    Tenha um ótimo final de semana.
    Beijos.

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  45. Guidinha, não importa a demora em vir...o importante é que voce sempre vem e muito me agradam seus comentários: o ego vai lá pra riba rsrs. Não sou muito organizada, no pensamento, tento juntar "pedaços" do que sei, de ouvir contar, documentos,textos e resultados de viagens "in loco" para compor de forma clara e agradável, todo esse enredo que estou a trazer aos meus leitores.
    Esta Cadeirinha, foi preparada para receber pessoa com voce e tantas mais, que me prestigiam com suas visitas e incentivadores comentários.
    Obrigada, amiga
    Um beijo

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  46. Olá, Herminia, quem gosta de História, gosta também de histórias, certamente. A de Portugal e Brasil, são irmanadas, pela filiação. Eu, particularmente, acredito num fato histórico até que me provem o contrário. Ás vezes, surgem várias versões para um mesmo fato, dando lugar à dúvidas. Daí, ter que haver seriedade nas pesquisas, na fundamentação e no revelar dos fatos. É muito importante, na história de um povo, o seu começo, é o dado primordial, para entrar na História.
    Até breve, Hermínia

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  47. É jovem, sim, Lucimar, mas tem tantas maravilhas, como voce bem diz. A história,
    que é minha, por envolver ascendendentes meus,
    é fantástica e ao mesmo tempo comum, neste período em que ocorreu. Daria mesmo um livro, mas editar um livro, neste país, é difícil, em termos financeiro. Não acho que eu teria habilidade para transformar, em livro,o que venho escrevendo. Parece-me que, aqui, é mais fácil: à medida que publico um post, tento organizar o próximo...
    Escreva as histórias da sua família, Lucimar,
    eu inúmeros outros seguidores seus adoraria. Depois, a gente pensa em transformar em livro.

    Obrigada, amiga, pelo carinho
    Bom final de semana

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  48. Lúcia, que sujeito tinhoso! E não é que até a sua vida ele tirou com as próprias mãos!! Menina, esse homem não se parece mesmo em nada com um ser humano. Tampouco podemos chamá-lo de fera, porque seria uma injustiça com aqueles animais, posto que são irracionais... Olha, realmente a história do brigadeiro é de estarrecer. O cabra consegue nos surpreender até na sua hora derradeira!

    Agora, cá entre nós, imagine só o que era ser dono de terras que faziam limite com a propriedade do tal brigadeiro... Que vizinho, hein... Vade retro!

    Lindas essas fotos a respirar História!

    Estou aqui, amiga, acompanhando esse seu importante e belíssimo trabalho de pesquisa, sempre curiosa. Um beijo, um abraço, e um bom fim de semana. Inté, querida!

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  49. Que bom, ju, "ouvir" voce, com esta sua sensibilidade, ímpar, ao analisar tudo que compõe essa vida terestre, que até transcende, no seu olhar de poeta...
    Interessante, é que não guardo raiva dele. Acho-o apenas, um louco, um psicopata, como tantos que povoaram e ainda povoam essa terra. Por ironia, ele fez mudar o rumo de minha família...não fosse ele, eu não estaria contando essa história.

    Origada, amiga, por vir e estar acomapanhando esse meu relato.
    Meu carinhoso abraço.
    Bom final de semana e....inté, querida!

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  50. Contiuno a seguir esta saga e a aprender!
    Abraço

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  51. Fico feliz, por eu estar provocando
    aprendizagem, já que é o mister de um professor.
    Obrigada, Álvaro, por vir sempre...continue, é
    um prazer.
    Abraço

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  52. Querida!
    Passo aqui rapidinho, nem vai dar tempo de me sentar... estou aguardando amigos que logo chegam para um café real em minha casa e não vou poder me manter aqui na telinha... Só venho para convidar para um sorteio lá no blog. É coisinha simples sem glamour, mas todos os queridos são bem vindos.
    Um lindo final de semana é o que desejo para vc e os demais companheiros que se sentam aqui na cadeirinha.
    Bjks no coração
    Renata http://cercaviva.blogspot.com/

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  53. Oi, Guidinha, já "pulei" a "cerca viva" e
    me inscrevi. Obrigada, pelo convite, querida.
    Valeu!...adoro, simplicidade.
    Beijos

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  54. Querida Lúcia:
    Um verdadeiro compêndio de História o resultado desta sua pesquisa. E assim vou conhecendo um pouco do seu Brasil, enquanto a Lúcia vai imaginando a sua família noutros tempos, como a sua avó a lavar nas margens do rio.
    Gostei de reler a expressão "cabras", que conhecia com o significado de jagunços, do livro " Serrano de Pilão Arcado - A Saga de António Dó", do escritor brasileiro Petrônio Braz, que reside em Montes Claros. O Dr. Petrônio Braz é fundador da Academia de Letras, Ciências e Artes do São Francisco (Aclecia), da qual é Presidente, e membro da Associação Nacional de Escritores do Brasil e da União Brasileira de Escritores. É advogado, escritor, professor, assessor e consultor jurídico com profunda experiência no âmbito do Direito Administrativo, prestando consultoria a agentes públicos administrativos municipais e a professores de Direito Administrativo, foi o único juíz de paz electivo do seu município, foi vereador e prefeito de São Francisco, agraciado com a Medalha Santos Drumont – Grau Prata (Governo do Estado) em 2007, autor de mais de vinte obras literárias, quinze das quais de literatura jurídica.
    Teve a gentileza de me convidar para prefaciar a 2ª edição do livro, o que fiz com muita honra. Adoro o livro e este seu registo trouxe-me à memória essa pérola.
    Muito nobre essa sua tarefa, minha querida Lúcia, de resgatar todo um passado histórico de uma família.
    Um grande abraço.

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  55. kkkkkkk, adorei o comentário lá na cerca. Pode voltar lá que tem resposta pra vc nos comentários e na postagem também.
    Quanto ao e-mail, independente de ser para me alertar sobre as bobagens que escrevo, o que pode fazer sem cerimônia, é cercavivadarenata@gmail.com
    Obrigada por me chamar a atenção. Valeu querida!
    Bjks mil
    Renata http://cercaviva.blogspot.com/

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  56. Isabel, minha querida, quanta riqueza nesse seu comentário. Não conheço esse livro que voce prefaciou, mas li, há algum tempo uma matéria de Oswaldo Antunes, Jornalista, intitulado " A Saga de Antônio Dó, Ainda Hoje", em que ele comenta o livro de Petrônio Braz.
    Aexpressão "cabras" era, e ainda é, muito usada principalmente no Nordeste. Os jagunços de Lampião era também chamados de cabras.
    Um livro que li, e muito me inspirou, foi "Baú de Ossos" do memorialista, escritor brasuleiro, Pedro Nava. Gosto dos temas históricos, que envolvem famílias. Como a história de meus ascendentes, tanto materno com paterno, tem passagens e personagens "fortes" ...decidi contar.
    Obrigada, amiga, por tão carinhosas e encorajadoras palavras, elas me impulsionam a seguir...Beijinhos!

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  57. Oi, Guidinha...era pra vc deletar, menina.
    Me chamou a atenção tantos "amara" e nenhum "amarra", como no título. Eu engulo e
    tro letras adoidado. Agora, tá tudo ok?
    Esperemos, o sorteio...quero ganhar o livro...
    Beijos

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  58. a visitarte y desearte un feliz fin de semana con cariño
    Marina

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  59. Oi, Marina, obrigada por visitar-me.
    Tenha um bom fim de semana.
    Beijinhos
    Lúcia

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